Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/18383
Title: Efeito do compasso à plantação no desenvolvimento de povoamentos de pinheiro bravo
Author: Pedrico, Rafael Nabais
Advisor: Carvalho, Ana Paula Soares
Tomé, Margarida
Keywords: pinheiro bravo
silvicultura
compasso de plantação
competição intraespecífica
recursos
Defense Date: 2019
Publisher: ISA/UL
Citation: Pedrico, R.N. - Efeito do compasso à plantação no desenvolvimento de povoamentos de pinheiro bravo. Lisboa: ISA, 2019, 82 p.
Abstract: Saber de que forma a competição influencia o desenvolvimento das árvores e dos povoamentos é fundamental na silvicultura e na modelação florestal. Embora o pinheiro bravo seja uma das espécies florestais mais importantes em Portugal, não existe informação sobre este assunto, especialmente em plantações jovens. Neste trabalho pretende-se contribuir para o conhecimento da competição intraespecífica em plantações jovens desta importante espécie florestal. Analisam-se os dados do ensaio de compassos de Vale de Cavalos, localizado no Perímetro Florestal de S. Miguel e S. Lourenço, no concelho de Viseu. Este ensaio foi medido 6 vezes desde a plantação (novembro de 1994) e ao longo de 22 anos. O ensaio é constituído por dois blocos; cada bloco tem 8 parcelas e cada parcela tem 392 árvores úteis. As densidades variam entre 625 e 3333 árvores por hectare. Analisam-se os efeitos da competição intraespecífica, expressa por diferentes densidades à plantação, nas variáveis altura dominante, área basal, diâmetro quadrático médio, coeficiente de adelgaçamento, proporção de copa, volume total e mercantil. Analisa-se a evolução temporal das distribuições de frequência de diâmetros e alturas, caracterizadas pelos coeficientes de achatamento e assimetria e pela variação. Não tendo sido efetuados desbastes, analisa-se o efeito da competição na mortalidade. Observa-se o desenvolvimento típico de povoamentos puros equiénios de espécies resinosas, pioneiras e intolerantes: a) a densidade tem influência na distribuição de frequências dos diâmetros e das alturas das árvores conduzindo a assimetrias que se acentuam com a idade; b) nos compassos mais apertados, aos 22 anos, observa-se mortalidade dependente da densidade; c) a altura dominante é independente da densidade; d) maiores densidades associam-se a maiores volumes totais e mercantis, independentemente da mortalidade verificada; e) as variáveis de copa são afetadas pela densidade; f) as variáveis da árvore média são afetadas pela densidade.
Description: Mestrado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais - Instituto Superior de Agronomia / UL
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/18383
Appears in Collections:BISA - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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