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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/943

Title: Abordagem ao diagnóstico do hiperadrenocorticismo canino: a importância dos testes funcionais: estudo retrospectivo de 8 casos clínicos
Other Titles: Canine hyperadrenocorticism: functional tests and relevance for diagnosis: retrospective study of 8 clinical cases
Authors: Leal, Rodolfo Assis Oliveira
Advisor: Brito, Maria Teresa da Costa Mendes Vitor Villa de
Keywords: Hiperadrenocorticismo
Sìndrome de Cushing
Testes funcionais
Diagnóstico
Cortisol
Hyperadrenocorticism
Cushing’s syndrome
Functional tests
Diagnostic
Issue Date: 2008
Publisher: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Citation: LEAL, R. A. O. (2008). Abordagem ao diagnóstico do hiperadrenocorticismo canino: a importância dos testes funcionais: estudo retrospectivo de 8 casos clínicos. Dissertação de Mestrado, Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Abstract: A abordagem ao diagnóstico do hiperadrenocorticismo (Síndrome de Cushing) pressupõe a interacção de um conjunto de exames complementares sendo que, os testes funcionais desempenham um papel muito importante a esse nível. Após descrição geral da doença, na presente dissertação, é apresentado um estudo retrospectivo acerca do diagnóstico do hiperadrenocorticismo em 8 canídeos. Conjugando uma boa anamnese, um exame clínico e as alterações, mesmo inespecíficas, dos perfis laboratoriais, a intuição clínica constitui o principal ponto de partida para um bom plano de diagnóstico. A este nível distinguem-se etapas distintas: a confirmação do hiperadrenocorticismo e a pesquisa do seu diagnóstico etiológico. Para confirmação da doença há a destacar três tipos de testes funcionais: o Rácio Cortisol-Creatinina Urinário (RCCU), o Teste de estimulação pela hormona adrenocorticotrófica (ACTH) e o teste de supressão pela dexametasona (em dose baixa). Por seu lado, o diagnóstico etiológico poderá ser efectuado recorrendo ao doseamento de ACTH endógena ou ao teste de supressão pela dexametasona (em dose alta). Ainda que o plano de diagnóstico pressuponha duas etapas, este estudo permitiu concluir que, por vezes, é possível diagnosticar a doença recorrendo apenas a um tipo de teste (como o teste de supressão pela dexametasona em dose baixa) ou por associação de testes numa única abordagem (como a combinação RCCU e o teste de supressão pela dexametasona em dose alta). Tendo em conta a necessidade de exploração do quadro lesional da doença, o recurso subsequente à imagiologia é imperativo, razão pela qual a ultrasonografia constitui uma das principais técnicas de escolha aquando do diagnóstico de hiperadrenocorticismo. Dada a dificuldade em criar linhas gerais fixas para o diagnóstico do hiperadrenocorticismo, a utilização e combinação de testes funcionais deverá ser adequada a cada caso clínico cabendo ao Médico Veterinário a realização de uma correcta aplicação dos mesmos.
ABSTRACT Several functional tests play a major role in the diagnosis of Hyperadrenocorticism. Examining the disease retrospectively as it presented in eight dogs sheds light on the practitioner’s multimodal means of diagnosis, their utility and efficacy. A good history, clinical examination and baseline laboratorial data may lead the practitioner to suspect a case of hyperadrenocorticism. To confirm these suspicions, the following diagnostic tests are available: the Urine Cortisol:Creatinine Ratio (UCCR), the Corticotropin (ACTH) stimulation test and the Low-Dose Dexamethasone Suppression Test. Once hyperadrenocorticism is confirmed, the practitioner must then determine whether the condition is primarily pituitary-dependent, or adrenal-dependent. This etiologic diagnosis can be made using the Plasma Endogenous ACTH Concentration or the High-Dose Dexamethasone Suppression Test. Although both a diagnosis of hyperadrenocorticism should be made as well as a determination of the primary organ responsible for disease, by means of two different testing methods as aforementioned, sometimes, it is possible to diagnose the hyperadrenocorticism with only one functional test (as the low-dose dexametasone suppression test) or with a test’s association (as the combined Urinary Cortisol:Creatinine Ratio and the High-Dose Dexamethasone Suppression Test). Imaging also plays an important role in revealing the pattern of the lesion and characterizing the disease. In fact, ultrasonography represents the most used resource to diagnose the hyperadrenocorticism. Recognising the difficulty to prepare diagnostic guidelines for hyperadrenocorticism, the aforementioned functional tests should be used according with individual clinical cases and the practitioner should recognize the advantages and disadvantages of each one of them.
Description: Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/943
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