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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/855

Title: Moeda e câmbios em Timor Loro Sae: contribuição para um debate
Authors: Serra, António M. de Almeida
Quintaneiro, Luís
Issue Date: 2000
Publisher: ISEG - CEsA
Citation: Serra, António M. de Almeida e Luís Quintaneiro. 2000. "Moeda e câmbios em Timor Loro Sae: contribuição para um debate". Instituto Superior de Economia e Gestão – CEsA Documentos de Trabalho nº 58-2000
Series/Report no.: Documentos de Trabalho;58
Abstract: A independência de Timor Loro Sae coloca diversos problemas específicos à política económica e respectivos decisores deste país. Um deles, dos mais importantes e sensíveis (económica e politicamente) é o da moeda: criar ou não uma moeda (nacional) nova e, no caso afirmativo, como gerir a sua relação de câmbio com outras moedas. Este texto pretende ser uma contribuição (desapaixonada e o mais técnica possível) para o debate sobre este tema. Dado que os autores tiveram a oportunidade de se debruçarem sobre o assunto no período anterior ao referendo e suas consequências para Timor Loro Sae bem como posteriormente a este facto e à destruição de parte significativa das estruturas físicas do território que se lhe seguiu, achou-se interessante fazer um historial do pensamento sobre o problema e determinar em que medida estes últimos acontecimentos condicionam (ou não) a solução sugerida. Depois de uma curta introdução, o texto aborda a problemática da criação (ou não) de uma nova moeda tal como poderia ser equacionada antes do referendo e, numa segunda parte, as alterações posteriores àquele acto de consulta popular. A nossa conclusão (tentativa) é a de que, a emitir-se uma moeda nacional (e cremos que deverá ser esse o caminho), ela deve ser gerida estabelecendo um peg a outra moeda mais credível no mercado, de preferência o dólar australiano. Dependendo da importância relativa que as receitas da ajuda internacional e do petróleo venham a ter na economia, poderá pensar-se na possibilidade alternativa de o peg ser feito em relação ao USD mas não nos parece essencial que assim seja, devendo retirarem-se lições da crise asiática de 1997 quanto aos possíveis efeitos negativos de uma ligação demasiado estreita a esta moeda. Não se vê vantagem especial numa ligação ao Euro; a ser estabelecida, ela será sempre, quanto a nós, uma segunda (senão mesmo terceira) alternativa --- o que não é bom dada a especial sensibilidade dos mercados financeiros...
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/855
Appears in Collections:CEsA - Documentos de Trabalho / CEsA - Working Papers
DE - Documentos de trabalho / Working Papers

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