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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/4822

Title: Variations in the vulvar temperature of sows as determined by infrared thermography and its relation to ovulation
Authors: Simões, Vasco Jorge Gaspar
Advisor: Martineau, Guy-Pierre
Boinas, Fernando Jorge Silvano
Keywords: Swine
estrus
ovulation
temperature
thermography
reproduction
Suínos
estro
ovulação
temperatura
termografia
reprodução
Issue Date: 24-Jul-2012
Publisher: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Citation: SIMÕES, V. J. G. (2012). Variations in the vulvar temperature of sows as determined by infrared thermography and its relation to ovulation. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Abstract: The productive results of a pig’s herd are closely related to the reproductive performance of their animals. Although in the last years several techniques were implemented to improve the reproductive efficiency of pig production, such as artificial insemination (AI) and estrus synchronization, the prediction of ovulation continues to be made with some degree of uncertainty due to the lack of an accurate, practical and fast technique. In this experimental study, we tested the applicability of infrared thermography (IRT) for ovulation prediction, based on the variations observed in the vulvar skin temperature (VST) during the proestrus and estrus period. The group tested was composed by 36 crossbred Large White x Landrace females, of which 6 gilts and 30 multiparous sows. Estrus detection was performed twice daily in the morning and afternoon, starting one day after weaning (day 1). Temperature measurements were performed every 6 hours at 0000h, 0600h, 1200h and 1800h, from day 1 to day 7. Temperature was obtained from the vulvar area and from two marked spots in the gluteal area (GST), which worked as a control. A third variable (VGT) was obtained from the differential temperature between VST and GST. Ovary ultrasonography was performed in days 5 and 6, in order to detect ovulation; however, the exams were inconclusive and so a theoretical diagnosis of ovulation had to be established based on the weaning-to-estrus interval and the duration of estrus. The statistical analysis focused mainly in the VGT of two sub-groups of animals, starting estrus at days 4 and 5. The VGT increased progressively during the proestrus (p = 0.003 and p=0.017), reaching a peak 61 ± 10.8 h and 82 ± 6.6 h before expected time of ovulation (eOv) in group D4 and D5, respectively. After this point, it decreased significantly (p = 0.002), reaching a lowest point 25 ± 10.8 h and 28 ± 6.6 h before eOv. Although the occurrence of ovulation could not be determined but only estimated, we believe the variations found in the VGT reflect the variations in the estradiol blood levels that will, indirectly, lead to the occurrence of ovulation. Even if no statistical relationship between vulvar temperature and ovulation could be established, the results suggest that these temperature variations may be indirectly related to the occurrence of ovulation.
RESUMO - VARIAÇÕES NA TEMPERATURA VULVAR EM PORCAS DETERMINADAS POR TERMOGRAFIA DE INFRAVERMELHOS E A SUA RELAÇÃO COM OVULAÇÃO - Os resultados produtivos de uma exploração de suínos estão intimamente relacionados com o desempenho reprodutivo dos seus animais. Apesar de nos últimos anos várias técnicas terem sido implementadas com vista a melhorar a eficiência deste sector, como inseminação artificial e sincronização do estro, prever a ocorrência de ovulação continua a envolver um certo grau de incerteza, dada a inexistência de uma técnica precisa, prática e rápida. Neste estudo experimental foi testada a aplicabilidade da termografia de infravermelhos (IRT) para predição da ovulação, tendo por base as variações de temperatura registadas ao nível da região vulvar (VST) ao longo do pró-estro e estro. O grupo-teste era composto por 36 porcas cruzadas Large White x Landrace, das quais 6 eram marrãs e 30 porcas multíparas. A detecção do estro iniciou-se 1 dia após o desmame (dia 1), sendo realizada duas vezes por dia, de manhã e à tarde. As medições de temperatura foram realizadas a intervalos de 6 horas, às 0000h, 0600h, 1200h e 1800h, entre o dia 1 e dia 7. Foi avaliada a temperatura vulvar e de 2 pontos marcados na região gluteal (GST) que desempenharam o papel de controlos. Uma terceira variável (VGT) foi obtida a partir do diferencial de temperatura entre a VST e GST. Com vista a detectar a ovulação, foram realizadas ecografias aos ovários durante os dias 5 e 6; no entanto, os resultados foram inconclusivos, pelo que a ocorrência de ovulação foi estimada a partir do intervalo desmame-estro e duração do estro. A análise estatística centrou-se sobretudo na variável VGT de dois sub-grupos, compreendendo animais com início de estro no dia 4 e dia 5. A VGT aumentou durante o pró-estro (p=0.003 e p=0.017 para os grupos D4 e D5), atingindo um pico 61 ± 10.8 h and 82 ± 6.6 h antes da ocorrência estimada de ovulação (eOv). De seguida, diminuiu significativamente (p=0.002), atingindo um valor mínimo 25 ± 10.8 h e 28 ± 6.6 h antes da ocorrência estimada da ovulação. Ainda que a ovulação não possa ter sido determinada com rigor, entendemos que as variações observadas na VGT reflectem as variações nos níveis sanguíneos de estradiol que, indirectamente, vão levar à ovulação. Assim, apesar não ter sido demonstrada uma relação inequívoca, os nossos resultados apontam para uma possível relação indirecta entre as variações de temperatura vulvar e a ovulação.
Description: Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/4822
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