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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/4247

Title: Market Structure, Competition and Efficiency in Brazilian Banking : 2002-2011
Authors: Wolters, Mark Edward
Advisor: Couto, Eduardo do
Keywords: Banking
Brazil
Competition
Market Structure
Efficiency
Issue Date: Oct-2011
Publisher: Instituto Superior de Economia e Gestão
Abstract: The past two decades have seen dramatic changes in the Brazilian banking sector. Deregulations in the 1990's and financial pressures in the 2000's have led to a more concentrated banking sector, though not overly concentrated. The Panzar Rosse model finds that Brazil was in monopolistic competition for the 2002-2011 period, and that the financial crisis of the late 2000's had a negative effect on competition. Using Data Envelopment Analysis we find that over the 2002-2011 period Brazilian banks have become slightly less efficient, and that public banks are the most efficient while foreign banks are the least efficient. The larger banks are also more efficient than their smaller counterparts. The financial crisis also had a negative impact on efficiency with all ownership types and bank sizes losing efficiency, but less of a loss for larger banks. In terms of efficiency bigger is better in the Brazilian banking sector. Finally, due to multiple factors we find that the Brazilian banking sector is not participating in the "Quiet Life" scenario of concentrated markets.
As duas últimas décadas viram mudanças dramáticas no setor bancário brasileiro. Desregulamentação na década de 1990 e as pressões financeiras nos anos 2000 levaram a um setor bancário mais concentrado, embora não excessivamente concentrado. Utilizando o modelo de Panzar Rosse conclui-se que o Brasil estava em concorrência monopolística para o período 2002-2011, e que a crise financeira do final dos anos 2000 teve um efeito negativo sobre a concorrência. Utilizando Data Envelopment Analysis descobrimos que ao longo do período 2002-2011 os bancos brasileiros se tornaram um pouco menos eficientes, e que os bancos públicos são os mais eficientes, enquanto os bancos estrangeiros são os menos eficientes. Os maiores bancos também são mais eficientes do que suas contrapartes de menor dimensão. A crise financeira também teve um impacto negativo na eficiência com todos bancos a perder a eficiencia independentemente do tamanhos e tipo de propriedade, apesar das perdas serem de menor dimensão para os bancos maiores. Em termos de eficiência quanto maior, melhor no setor bancário brasileiro. Finalmente, devido a múltiplos fatores puramos que o setor bancário brasileiro não está a aderir ao cenário "Quiet Life" de mercados concentrados.
Description: Doutoramento em Gestão
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/4247
Appears in Collections:DG - Teses de Doutoramento / Ph.D. Thesis
BISEG - Teses de Doutoramento / Ph.D. Thesis

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