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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/4165

Title: Alargamento da UEM : choques assimétricos e identificação de clusters
Authors: Lima, Ana Isabel Lage Figueiredo
Advisor: St. Aubyn, Miguel
Keywords: choques assimétricos
União Económica e Monetária (UEM)
Países em Adesão
teoria das Zonas Monetárias Óptimas
modelos Vector Auto-Regressivos (VAR)
análise de clusters
Asymmetric shocks
Economic and Monetary Union (EMU)
Accession Countries
Optimal Currency Areas
Vector Auto Regressive (VAR)
cluster analysis
Issue Date: Apr-2004
Publisher: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citation: Lima, Ana Isabel Lage Figueiredo. 2004. "Alargamento da UEM : choques assimétricos e identificação de clusters". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Abstract: Com a aproximação da data de adesão formal dos dez Países em Adesão à União Europeia, muitos autores têm-se debruçado sobre a questão da adesão prospectiva destes países à Zona Euro. À luz da teoria das Zonas Monetárias Óptimas, a perda da autonomia na condução da política monetária e cambial constitui o principal custo económico associado à adopção do euro por parte destes países, ao limitar os instrumentos disponíveis aos Estados-membros para acomodar eventuais choques assimétricos. Neste trabalho, considerei um modelo vector autoregressivo (VAR) estrutural para identificar e comparar os choques de procura e de oferta entre os Estados-membros da Zona Euro e os Países em Adesão. De forma a avaliar o grau de simetria entre os choques da Zona Euro e dos Países em Adesão, considerei duas abordagens distintas: o cálculo das correlações dos choques de procura e oferta entre os vários países e a UEM e a análise de clusters. Recorrendo ainda à análise de clusters, procurei também identificar grupo homogéneos de países dentro da futura UE e analisar a sua evolução ao longo do tempo. Os resultados obtidos neste estudo relativamente ao período 1996-2002 revelam que os Países em Adesão estão, em geral, menos correlacionados com os choques de oferta e de procura da Zona Euro que os actuais Estados-membros da UEM. No entanto, o cenário em termos individuais é bastante heterogéneo. Em particular, alguns Países em Adesão mais avançados, a Hungria e a Polónia, já se encontram ao nível dos países de menor dimensão da UEM (nomeadamente Portugal e a Grécia). Em contrapartida, em países como Lituânia e a Eslováquia, a correlação entre os choques permanece baixa, o que implica que um avanço rápido para a adopção do euro traria eventualmente elevados custos de estabilização para estes países.
On the eve of the formal accession of the ten Accession Countries into the European Union, many authors have been discussing the implications of the upcoming integration of these countries in the Euro Area. Under the Optimum Currency Areas (OCA) theory, the loss of monetary autonomy and exchange rate flexibility constitutes the main economic cost associated with the adoption of the euro, thus limiting the instruments for adjusting asymmetric shocks available to member countries. In this paper, I used a structural vector autoregression model to identify and compare demand and supply shocks between euro area countries and the accession countries. In order to assess the degree of symmetry between euro area and accession countries shocks, 1 considered two ditterent approaches: the correlation between shocks and cluster analysis. With the help of cluster analysis, I also tried to identify homogenous groups of countries within the future EU, and analyse their evolution through time. Focusing on the period 1996-2002, the results show that the accession countries are generally less correlated with euro area supply and demand shocks than the EMU Member Countries. However, when considering individual countries, a different picture emerges. The more advanced Accession Countries (namely Hungary and Poland) are hardly different in the correlation of their shocks vis-a-vis the euro area than the smaller countries of the EMU (i.e. Portugal and Greece). At the same time, countries like Lithuania and Slovakia show a low correlation with euro area shocks, implying that moving fast towards the adoption of the euro may eventually generate high stabilization costs for these countries.
Description: Mestrado em Economia
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/4165
Appears in Collections:DE - Dissertações de Mestrado / Master Thesis
BISEG - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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