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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/3816

Title: What is the impact of educational systems on social mobility across Europe? A comparative approach
Authors: Abrantes, Pedro
Abrantes, Manuel
Keywords: education
educational systems
gender
migration
social mobility
educação
género
migração
mobilidade social
sistemas educativos
Issue Date: 2012
Publisher: ISEG - SOCIUS
Citation: Abrantes, Pedro e Manuel Abrantes. 2012. "What is the impact of educational systems on social mobility across Europe? A comparative approach ". Instituto Superior de Economia e Gestão – SOCIUS Working papers nº 1/2012
Series/Report no.: SOCIUS Working papers;nº 1/2012
Abstract: Education is reasonably expected to enhance intergenerational social mobility. However, the extent to which educational systems foster or otherwise constrain social mobility remains controversial. In this paper, data from the European Social Survey covering 22 countries is analysed in order to assess social mobility in the second half of the 20th Century. Variation across five cohesive regional clusters is examined in detail. Results confirm increasing rates of social mobility in Europe and their close relation to massive structural shifts. The erosion of the education-occupation linkage presents a current threat to this trend. Considering formal credentials only, the most equalitarian educational systems are to be found in the United Kingdom and Ireland, but their ability to allocate individuals in the occupational structure is lower than in the other regions. Scandinavian systems show higher chances of social mobility through education, while Mediterranean systems present lower fluidity rates in both the background-education link (like Eastern European countries) and the education-occupation link (like the UK & Ireland). Gender and migration are identified as key factors to explain these differences.
Há razões para esperar que a educação promova a mobilidade social intergeracional. Porém, a competência dos sistemas educativos para alimentar ou, pelo contrário, limitar a mobilidade social continua a ser motivo de controvérsia. Neste texto, analisam-se dados do European Social Survey relativos a 22 países com o intuito de aferir os padrões de mobilidade social na segunda metade do século XX. A variação entre cinco grupos regionais coesos merece particular atenção. Os resultados confirmam as taxas crescentes de mobilidade social na Europa e a sua relação estreita com transformações estruturais massivas. Uma ameaça actual a esta tendência é constituída pelo enfraquecimento da relação educação-ocupação. Considerando apenas qualificações formais, os sistemas educativos mais igualitários encontram-se no Reino Unido e na Irlanda, mas a sua capacidade para colocar indivíduos na estrutura ocupacional é menor do que noutras regiões. Os sistemas escandinavos apresentam probabilidades mais elevadas de mobilidade social através da educação, enquanto os sistemas mediterrânicos têm taxas menores de fluidez quer na relação origem-educação (como os países da Europa de Leste), quer na relação educação-ocupação (como o Reino Unido e a Irlanda). Género e migração são identificados como factores fundamentais para entender estas diferenças.
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/3816
Publisher version: http://pascal.iseg.utl.pt/~socius/publicacoes/wp/WP_1_2012.UV.pdf
Appears in Collections:SOCIUS - Documentos de Trabalho / SOCIUS - Working Papers

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