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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/3506

Title: Listeria monocytogenes em alimentos prontos para consumo
Authors: Castro, José Luís Draper Mineiro Romano de
Advisor: Inácio, Patrícia Mónica Guilherme Tavares
Bernardo, Fernando Manuel d'Almeida
Keywords: Listeria monocytogenes
APC
Listeriose
Issue Date: 7-Jul-2011
Publisher: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Citation: CASTRO, J. L. D. M. R. (2011). Listeria monocytogenes em alimentos prontos para consumo. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Abstract: Nota introdutória - Bactéria matou 13 em 22 meses Um surto de Listeriose que se regista na região de Setúbal e Almada há 22 meses, desde Janeiro de 2009, já afectou, pelo menos, 24 pessoas, 13 das quais morreram. O CM apurou que uma grávida perdeu o filho na 32ª semana de gestação após comer alimentos infectados com a bactéria Listeria. As vítimas mortais foram idosos e pessoas imunodeprimidas (com o sistema imunitário debilitado) ou com doenças crónicas. Fonte das autoridades de saúde admitiu “ser muito difícil” apurar a origem da infecção provocada pela bactéria. “Não se descobriu muito, mas o que se sabe é que estaremos perante uma estirpe portuguesa da bactéria”, disse a fonte. A contaminação poderá ter ocorrido em produtos de “charcutaria e queijos cremosos, daqueles que não são normalmente produzidos em Portugal”. A mistura de alimentos contaminados com outros em frigoríficos ou microondas terá desencadeado o surto. A Direcção Geral da Saúde e a Administração Regional de Lisboa e vale do Tejo desenvolvem um estudo epidemiológico que envolve os familiares das pessoas infectadas e das vítimas mortais. O consumo de alimentos contaminados provoca febres, diarreias e, nos casos mais graves, meningites, que podem ser fatais. In Correio da Manhã, 9 de Outubro de 2010. - Esta notícia publicada em Outubro de 2010 suscitou algumas questões para as quais se procurou encontrar algumas respostas com este trabalho. O objectivo deste trabalho é fornecer elementos para a melhor compreensão do fenómeno e com isso contribuir para que estas situações sejam menos frequentes. Neste trabalho estudaremos como se comporta Listeria monocytogenes Scott A inoculada em produtos prontos a comer, ao longo do seu tempo de vida útil. Estabeleceremos curvas de crescimento e procuraremos compará-las com os modelos preditivos já existentes no mercado. Tomar-se-ão em consideração, como ponto de partida, as opiniões da EFSA sobre esta matéria. Bactéria matou 13 em 22 meses Um surto de Listeriose que se regista na região de Setúbal e Almada há 22 meses, desde Janeiro de 2009, já afectou, pelo menos, 24 pessoas, 13 das quais morreram. O CM apurou que uma grávida perdeu o filho na 32ª semana de gestação após comer alimentos infectados com a bactéria Listeria. As vítimas mortais foram idosos e pessoas imunodeprimidas (com o sistema imunitário debilitado) ou com doenças crónicas. Fonte das autoridades de saúde admitiu “ser muito difícil” apurar a origem da infecção provocada pela bactéria. “Não se descobriu muito, mas o que se sabe é que estaremos perante uma estirpe portuguesa da bactéria”, disse a fonte. A contaminação poderá ter ocorrido em produtos de “charcutaria e queijos cremosos, daqueles que não são normalmente produzidos em Portugal”. A mistura de alimentos contaminados com outros em frigoríficos ou microondas terá desencadeado o surto. A Direcção Geral da Saúde e a Administração Regional de Lisboa e vale do Tejo desenvolvem um estudo epidemiológico que envolve os familiares das pessoas infectadas e das vítimas mortais. O consumo de alimentos contaminados provoca febres, diarreias e, nos casos mais graves, meningites, que podem ser fatais. In Correio da Manhã, 9 de Outubro de 2010 2 A European Food Safety Authority (EFSA), sedeada em Parma, Itália, foi fundada e estabelecida pela Comunidade Europeia como uma entidade independente em 2002, após uma série de surtos de origem alimentar que alertaram para a possível incapacidade das autoridades reguladoras de proteger os consumidores. Também serão levados em consideração os dados disponibilizados pelo ECDC. O European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC), é uma agência Europeia sedeada em Estocolmo (Suécia), que se estabeleceu em 2005. O objectivo da ECDC é fortificar as defesas Europeias no combate às doenças infecciosas.
Description: Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/3506
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