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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/1681

Title: Custos e benefícios da não participação do Reino Unido no sistema euro
Authors: Pires, Maria dos Anjos Ribeiro
Advisor: Mendonça, António
Keywords: euro
intensidade comercial
libra
União Económica e Monetária
Zona Euro
Zonas Monetárias Óptimas
euro
commercial intensity
pound
Economic and Monetary Union
Euro zone
Optimal Currency Area
Issue Date: Jan-2010
Publisher: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citation: Pires, Maria dos Anjos Ribeiro. 2010. "Custos e benefícios da não participação do Reino Unido no sistema euro". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Abstract: Este trabalho tem por objectivo principal compreender a razão de o Reino Unido não ter adoptado o euro. Seguimos dois objectivos secundários: perceber a atitude dos governos britânicos face à União Económica e Monetária e os efeitos das políticas da União Europeia sobre a convergência/divergência das economias inglesa e da Zona Euro. A metodologia usada para avaliar o objectivo principal consistiu na análise da intensidade comercial do Reino Unido com a Dinamarca, Suécia, Estados Unidos e Zona Euro no período 1988-2007. Concluímos que a intensidade comercial do Reino Unido é mais forte com a Zona Euro do que com os outros parceiros escolhidos, apesar de existir grande sincronia do ciclo económico britânico com o do Estados Unidos. Dado que a intensidade comercial do Reino Unido já é mais forte com a Zona Euro, a adesão do Reino Unido ao euro não suscita a expectativa de criação adicional de comércio e, nesse aspecto, a Zona Euro parece não satisfazer este critério da Teoria das Zonas Monetárias Óptimas. Neste contexto, as autoridades britânicas não têm motivação económica e é frágil a vontade política de se submeterem ao regime de funcionamento do Banco Central Europeu, que consideram lento e pouco transparente.
This work’s main goal is the understanding of why the United Kingdom has not changed to the Euro. Secondarily, we addressed the British governments’ attitude towards the Economic and Monetary Union and the European Union politics’ effects on convergence/divergence of the British and Euro zone economies. The methodology used to fulfil the main goal consisted in an analysis of the commercial intensity between the United Kingdom and each of the following countries — Denmark, Sweden, United States of America and the Euro zone — from 1988 to 2007. We concluded that the commercial intensity is higher between the United Kingdom and the Euro zone than with the other chosen countries, even though the British and U.S. economical cycles are in synchrony. Given the actual strong commercial intensity between England and the Euro zone, a possible membership of the United Kingdom to the Euro zone would not create the expectation for additional commerce. Thus, the Euro zone seems not to be an Optimal Currency Area. In this context, the British authorities have neither economical motivation nor political willingness to accept the European Central Bank governance, which they consider inefficient.
Description: Mestrado em Economia e Estudos Europeus
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/1681
Appears in Collections:DE - Dissertações de Mestrado / Master Thesis
BISEG - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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