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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/1206

Title: Desenvolvimento económico, cultura e complexidade
Authors: Torres, Adelino
Keywords: Neoclássico
heterodoxia
complexidade
individualismo metodológico
desenvolvimento
cultura
África
intelectuais africanos
integração regional
União Africana
Panafricanismo
incerteza
Neo-classical
heterodoxy
complexity
methodological individualism
development
culture
Africa
the intellectuals of Africa
regional integration
Africa Union
Panafricanism
incertitude
Issue Date: 2000
Publisher: Editora da Universidade Federal Fluminense
Citation: Torres, Adelino. 2000. "Desenvolvimento económico, cultura e complexidade". Antropolítica, 9:7-24
Abstract: Se o "desenvolvimento" é um fenómeno de ordem económica social e cultural em todas as suas vertentes, o "económico" ocupa, no entanto, um papel fundamental no tratamento deste conceito, quer ao nível interno dos países quer no plano internacional. Mas as escolas do pensamento divergem na sua abordagem e tentativa de solução. A dificuldade em encontrar respostas é particularmente evidente se confrontamos o "económico" com o conceito mais abrangente de "cultura". Esse confronto é agravado na medida em que se insere num contexto de "complexidade", a qual dificulta a obtenção de critérios de demarcação que distingam de maneira satisfatória entre o que é "científico" e o que é "não científico". Este artigo defende que, em economia, a tendência neoclássica, baseada no pressuposto do "individualismo metodológico" e na cren¬ça quase exclusiva nos mecanismos de mercado, não apresenta res¬postas satisfatórias no tratamento da problemática do desenvolvi¬mento e, menos ainda, na sua correlação com cultura. Em contrapartida, a tendência dita "heterodoxa", tomada no sentido interdisciplinar, e apesar das dificuldades que encontra ao nível epistemológico, parece adequar-se melhor à diversidade das situa¬ções. O exemplo africano aqui evocado é o terreno desse confronto entre concepções de cientificidade, as quais traduzem também, directa ou indirectamente, escolhas políticas.
If the development is a economic, social and cultural phenomenon, the "economic" take up nevertheless a major role in the analysis of this concept, either at the countries internal level or at the international level. But the schools of thinking differ in the ways of approaching this problem and finding solutions for it. The difficulty in having answers is particularly clear when we bring into relation the "economic" with the wider concept of "culture". This difficulty become deeper when it is inserted in a context of "complexity" in which is not easy to have demarcation criterions in order to discern between "scientific" and "not scientific". This article asserts that, in Economics, the neo-classical tendency, based on the presupposition of the "methodological individualism" and on the almost exclusive belief upon the market mechanisms, do not give satisfactory answers in the study of development problems and still less about its correlation with culture. In counterpart, the so called "heterodoxy" tendency, in its interdisciplinary meaning, notwithstanding the obstacles at the epistemological level, seems more suited to the dissimilarity of situations. The African example studied in this paper is the ground of this confrontation between scientific interpretations, which also translate, directly or indirectly, politic choices.
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/1206
ISSN: 1414-7378
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