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Este texto tem por objectivo contribuir para uma evolução de autonomização da disciplina,
pela proposta de uma leitura da actividade e dos intervenientes da Cooperação Internacional
para o Desenvolvimento - CID em Portugal. A emergência de uma prática de investigação
que a criação em 2004 da área de Estudos Africanos na Fundação para a Ciência e Tecnologia
– FCT facilita, as facilidades de horário e de edição que o Instituto para a Cooperação
Portuguesa - ICP e actual Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento - IPAD
proporciona aos seus funcionários para frequência de mestrados na área e publicação em
colecção própria das teses, a institucionalização da investigação e do ensino que vemos no
aparecimento de mestrados, de cursos pós-graduação, de módulos e de disciplinas sobre CID
em diferentes Universidades, Escolas Superiores de Educação e Institutos Politécnicos, como
recentemente na Universidade do Minho, ou do incentivo a doutoramentos que proporciona a
criação de um programa especifico na recente Secção Autónoma de Estudos Africanos do
ISCTE, inserida na área da Sociologia, ou o recente programa de doutoramento na área do
desenvolvimento do ISEG, faz-nos crer que Portugal está a desenvolver um processo de
melhoria do conhecimento sobre CID, que, apesar de surgir anos depois daquilo que já é feito
em países como o Reino Unido, o Canadá, a França, a Suécia ou a Holanda, tem a vantagem
de poder aprender com o que a “comunidade da cooperação internacional” já fez e continua a
fazer.
Description
Keywords
Cooperação para o desenvolvimento Estudos africanos Investigação Mestrados Doutoramentos
Pedagogical Context
Citation
Sangreman, Carlos. 2009. "A teoria da cooperação internacional para o desenvolvimento e o estado da arte da cooperação portuguesa". Instituto Superior de Economia e Gestão – CEsA Documentos de Trabalho nº 80/ 2009
