Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/950
Título: Leishmaniose canina
Outros títulos: Canine leishmaniosis
Autor: Marques, Maria Inês Lopes de Moura
Orientador: Ferreira, António José Almeida
Palavras-chave: Leishmaniose
Leishmania infantum
Canídeo
Phlebotomus perniciosus
Leishmaniosis
Dogs
Phlebotomus perniciosus
Data de Defesa: 4-Set-2008
Editora: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Citação: Marques. M.I.L.M. (2008). Leishmaniose canina. Dissertação de Mestrado, Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Resumo: A Leishmaniose canina é uma das principais zoonoses da actualidade, causada pelo protozoário Leishmania infantum, espécie que existe predominantemente na Bacia Mediterrânica. A forma infectante do parasita corresponde à forma promastigota desenvolvida no tracto intestinal do insecto género Phlebotomus, que é o vector biológico que transmite a doença ao canídeo. Pensa-se que a espécie mais predominante na Bacia Mediterrânea e consequentemente em Portugal seja o Phlebotomus perniciosus. Sendo a Leishmaniose uma doença sistémica de curso crónico e implicação viscero-cutânea, apresenta grande variabilidade clínica. O diagnóstico deve ser o mais precoce possível e a terapêutica instituída rigorosamente cumprida. É necessária monitorização laboratorial preferencialmente de seis em seis meses. No que concerne ao estudo retrospectivo, foram observados 35 canídeos com leishmaniose no período que compreendeu o estágio curricular no Hospital escolar da FMV. Apresentaram uma panóplia de sinais clínicos na consulta hospitalar, maioritariamente diminuição do apetite, prostração, linfoadenopatia generalizada e um conjunto de sintomatologia dermatológica, entre outros. Foi instituída terapêutica, na maioria dos casos alopurinol em monoterapia (44%) e associação medicamentosa de alopurinol com antimoniato de meglumina (47%), na maior parte dos casos houve resposta terapêutica eficaz, com melhoria da sintomatologia pré-existente e normalização das alterações laboratoriais.
ABSTRACT - Canine Leishmaniosis is one of the most important zoonosis nowadays, caused by the Leishmania infantum protozoan agent, which is the most common species of Leishmania in the Mediterranean basin. The promastigote organism is the infectious form of the parasite, contained in the intestinal tract of the Phlebotomus insect, the biological vector of the disease in dogs. It is thought that the Phlebotomus perniciosus is the most common species in the Mediterranean basin and Portugal. Leishmaniosis is a systemic disease with a chronic evolution and visceral-cutaneous involvement, having different clinical presentations. The diagnosis must be early defined and the therapeutics must be rigorously obeyed. It is necessary a laboratorial monitorization at each six months. In this study, 35 dogs with Leishmaniosis were observed during the curricular work accomplished at the School Hospital, Faculty of Veterinary Medicine. A large diversity of clinical signs was found in these animals, most of them having low appetite, prostration, generalized lymphadenopathy, dermatological manifestations and so on. In most cases was made a therapeutic approach with allopurinol only (44%) and an association of allopurinol and meglumine antimoniate (47%); most of the animals had a good therapeutic response, with the initial symptoms being eliminated and the laboratory parameters normalized.
Descrição: Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/950
Aparece nas colecções:BFMV - Teses de Mestrado 2º. Ciclo

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