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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/909

Título: Viver a crédito: práticas de empréstimo no consumo individual e na venda a retalho (Lisboa, séculos XVIII e XIX)
Autor: Rocha, Maria Manuela
Issue Date: 1998
Editora: ISEG - GHES
Citação: Rocha, Maria Manuela. 1998. "Viver a crédito: práticas de empréstimo no consumo individual e na venda a retalho (Lisboa, séculos XVIII e XIX)". Instituto Superior de Economia e Gestão – GHES Documento de Trabalho/Working Paper nº 11-1998
Relatório da Série N.º: Documento de Trabalho/Working Paper;11
Resumo: Partindo da constatação quanto à importância e difusão dos mecanismos de crédito por largas camadas da população, este texto centra-se na análise do papel do crédito no comércio de produtos essenciais. Em primeiro lugar, salienta-se a disseminação do recurso ao crédito. No segundo ponto, mostra-se a importância do crédito para a compra de bens essenciais por parte do consumidor. Na terceira parte, a observação desloca-se do consumidor para o vendedor, e a análise passa a incidir sobre o papel que o crédito assumia para a actividade dos lojistas, atendendo à ligação destes quer com os seus clientes quer com os fornecedores. No último ponto procuram-se as explicações para a alargada utilização de mecanismos de crédito nas diferentes etapas do circuito de abastecimento do mercado, argumentando-se que era a irregularidade nos fluxos dos rendimentos individuais a principal razão para a existência de um sistema de créditos sucessivos que envolvia os vários elos deste circuito.
This paper tries to understand the role of credit in the commercialisation of essential goods. Firstly, it will be underlined the social diffusion of credit. Secondly, the importance of credit to consumers will be considered. In the third part, the analysis will move from the consumers to the sellers, focusing on the role credit had to the economic activity of shopkeepers. Credit practices between sellers and customers and between sellers and their suppliers will then be analysed. In the last section we will try to explain why was so common the use of credit mechanisms in the different phases of market provisioning. It will be argued that the main reason to explain the successive credits which involved the several elements of this circuit was the irregularity of individual and familiar incomes' flows.
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/909
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GHES - Documentos de Trabalho / GHES - Working papers

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