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Título: Avaliação isocinética do joelho : reprodutibilidade da avaliação isocinética de flexão e extensão do joelho entre repetições, dias e velocidades.
Autor: Godinho, Bruno Miguel Pereira
Orientador: Correia, Pedro Luís de Camecelha Pezarat
Palavras-chave: Avaliação isocinética
Fiabilidade
Joelho
Peak torque
Teste-reteste
Data de Defesa: 2010
Citação: Godinho, Bruno Pereira (2010) - Avaliação isocinética do joelho : reprodutibilidade da avaliação isocinética de flexão e extensão do joelho entre repetições, dias e velocidades. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: Objectivo: A fiabilidade dos equipamentos de isocinética é uma preocupação para os investigadores que os utilizam para colecta de dados. O objectivo deste estudo foi avaliar e comparar a fiabilidade da avaliação isocinética da flexão e extensão do joelho, entre as diferentes repetições, dias e velocidades. Métodos: O peak torque isocinético (PT) de flexão e extensão do joelho foi medido em 53 mulheres adultas jovens, sem lesões no joelho, num dinamómetro Biodex. Cada sujeito realizou seis repetições em cada uma das três velocidades (60º/s, 180º/s e 300º/s). Vinte e dois desses indivíduos realizaram o mesmo protocolo de avaliação (reteste), três dias após o primeiro teste. A fiabilidade da avaliação foi investigada entre as repetições, as velocidades e os dias, através do cálculo do coeficiente de correlação intraclasse (ICC 3,1). ICC entre 0,6 e 0,8 foi considerado moderadamente fiável, superior a 0,8 foi classificado como fiável e menor que 0,6 como pobre. Para avaliar a fiabilidade entre as velocidades e os dias, verificou-se, para cada velocidade e cada dia, a média e o máximo de PT obtido nas seis repetições. Resultados: Os ICC do PT entre as seis repetições, apresentaram alta fiabilidade para a extensão (0,82, 0,77, 0,76) e flexão (0,89, 0,88, 0,92), na avaliação em 60º/s, 180º/s e 300º/s, respectivamente. Como esperado, entre as velocidades, o ICC foi muito baixo, mostrando que essas três velocidades (60°/s, 180°/s, 300°/s) não foram reprodutíveis. A fiabilidade teste-reteste para a flexão do joelho foi moderada, enquanto para a extensão diminuiu com aumento da velocidade. Quando a média das seis repetições foi considerada, o ICC entre dias diferentes foram moderadamente confiáveis (0,68, 0,65, 0,78), para a flexão do joelho e dependente da velocidade (0,73, 0,58, 0,36) para a extensão do joelho. Conclusão: Os resultados deste estudo permitiram obter informações úteis sobre a fiabilidade da avaliação isocinética de extensão e flexão do joelho entre os diferentes ensaios, as velocidades e os dias.
Descrição: Mestrado em Ciências da Fisioterapia
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/9001
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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