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Título: Estudo das propriedades psicométricas das escalas de resiliência para adolescentes de Prince-Embury (2006). Resiliência: da conceptualização à avaliação.
Autor: Filipe, Sílvia Cristina Canhão Raimundo
Orientador: Simões, Maria Celeste Rocha
Palavras-chave: Avaliação
Consumo de álcool
Consumo de drogas
Escalas de resiliência
Factores de protecção
Factores de risco
Resiliência
Data de Defesa: 2011
Citação: Filipe, Sílvia Raimundo (2011) - Estudo das propriedades psicométricas das escalas de resiliência para adolescentes de Prince-Embury (2006). Resiliência: da conceptualização à avaliação. dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: Artigo Teórico: O presente artigo tem como objectivo o estudo da resiliência e dos conceitos a ela inerentes. A resiliência pode ser definida como um processo dinâmico que visa a existência de resultados positivos aquando o confronto com a adversidade. Por esta perspectiva, à resiliência está inerente a existência de risco. Mas outros autores defendem a resiliência como um conjunto de traços individuais que estão presentes no sujeito, com ou sem a existência de risco. A avaliação em resiliência surge como um passo determinante para o estudo do processo resiliente. Essa avaliação necessita de instrumentos adequados aos objectivos, pelo que essa deve ser também uma preocupação dos investigadores. Desta forma, este artigo busca considerações de vários autores sobre questões a ter em conta em investigações sobre resiliência.
Artigo Empírico: Este artigo tem como objectivo o estudo das propriedades psicométricas, a adaptação e a validação das Escalas de Resiliência de Prince-Embury (2006) para a população adolescente portuguesa, entre os 15 e os 18 anos. É abordada a resiliência e são referenciadas questões sobre a avaliação e adaptação de instrumentos. No estudo psicométrico das escalas observou-se um valor de alfa de Cronbach de 0,82 para a escala da Capacidade de Controlo, de 0,90 para a escala da Capacidade de Relacionamento e de 0,91 para a escala da Reactividade Emocional. A análise factorial exploratória permitiu identificar as três escalas. No entanto, os índices de ajustamento obtidos na análise factorial confirmatória não se revelaram muito adequados para os modelos testados. Ao comparar o consumo de álcool e drogas ilegais por parte dos adolescentes com os resultados nas três escalas foram observadas diferenças na escala da Reactividade Emocional, em função dos diferentes níveis de consumo.
Descrição: Mestrado em Reabilitação Psicomotora
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/8976
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis



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