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Título: Capacidade de trabalho em enfermeiros e o risco na movimentação manual de doentes.
Autor: Francisco, Claúdia Sofia Emídio e
Orientador: Cotrim, Teresa Margarida Crato Patrone de Abreu
Palavras-chave: Capacidade de trabalho
Carga física
Ergonomia hospitalar
Lesões músculo-esqueléticas auto-referidas
Movimentação manual de doentes
Percepção do risco
Satisfação no trabalho
ICT - Índice de Capacidade para o Trabalho
IET - Intervention Evaluation Tool
Data de Defesa: 2011
Citação: Francisco, Cláudia (2011) - Capacidade de trabalho em enfermeiros e o risco na movimentação manual de doentes. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: O presente estudo centrou-se na avaliação da capacidade para o trabalho dos enfermeiros e sua relação com a satisfação no trabalho, e na relação entre a percepção dos riscos da movimentação manual dos doentes e as lesões músculo-esqueléticas auto-referidas. A avaliação foi realizada em 8 serviços de internamento de adultos com 126 enfermeiros. Utilizaram-se os instrumentos: Índice de Capacidade para o Trabalho (versão Portuguesa do WAI, Silva et al, 2006), o Questionário Nórdico (adaptado por Fray e Hignett, 2009), os questionários de satisfação e de percepção na movimentação manual dos doentes (incluídos no IET, Fray e Hignett, 2009). A capacidade de trabalho dos enfermeiros, correspondeu em média à categoria de “boa” capacidade para o trabalho, com um valor médio de 40,14 (dp=4,58). Os resultados demonstraram maior percentagem de ICT satisfatório nas idades jovens (entre os 21 e os 35 anos), e ICT insatisfatório a partir dos 36 anos. As LME auto-referidas (12 meses) foram mais prevalentes na coluna (lombar 66,9%, cervical 45,2%, dorsal 39,5%), ombros (35,5%) e punhos (20,2%). Dos profissionais sem queixas lombares, a maioria (65,9%) nunca utilizou um método perigoso nem realizou mobilização de doentes sem equipamento de ajuda (68,3%). Do grupo de enfermeiros que estavam “quase sempre” satisfeitos com o seu trabalho, 80% apresentavam um ICT satisfatório. Os profissionais de saúde ocupacional podem usar o ICT para determinar a capacidade para o trabalho actual do trabalhador e quais as medidas de apoio necessárias para acompanhar o trabalhador e as circunstâncias em que este desenvolve o seu trabalho (Silva et al, 2006). As condições de saúde individual e a carga de trabalho física são os principais factores que contribuem para diminuir a percepção da capacidade de trabalho nos enfermeiros seniores (Chiu et al, 2007).
Descrição: Mestrado em Ergonomia
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/8898
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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