Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/8004
Título: Macanese family genealogies: memories and identities
Autor: Gaspar, Marisa
Data: 2014
Editora: Instituto Cultural do Governo da R.A.E. Macau
Citação: GASPAR, Marisa - Macanese family genealogies: memories and identities. [s.n.]: instituto Cultural do Governo da R.A.E. ISSN 16454677. N.º46 (2014), p. 20-36
Relatório da Série N.º: 46;
Resumo: Resumo: Neste artigo, irei explorar a questão de como as representações sociais da identidade macaense são interpretadas e disseminadas através da memória e o tipo de memórias associadas a esta identidade. Ter um passado em comum implica, de maneira geral, um certo sentido de partilha de um presente também em comum. Deter uma mesma ascendência faz-nos sentir de alguma forma “conectados”, pelo que a história desempenha um papel central na forma como construímos o nosso parentesco. Uma vez que a antropologia desenvolveu alguns dos conhecimentos mais relevantes e complexos sobre o simbolismo e seus significados, que constitui uma das substâncias da identidade, a disciplina tem-se mostrado particularmente apta em tornar evidente como categorias aparentemente naturais são, na verdade, históricas, contextuais e socialmente construídas. Por consequência, a problemática da historicidade – o enraizamento no tempo – em toda a investigação etnográfica é inevitável. É meu objectivo analisar o metamorfismo das configurações da identidade macaense tal como elas são experimentadas e produzidas pelos atores sociais, através da combinação do trabalho da memória individual e colectiva, recorrendo para isso ao método genealógico aplicado à pesquisa etnográfica.
Abstract: In this article, I shall explore the question of how social representations of Macanese identity are interpreted and disseminated through memory and what kind of memories are associated with that identity. Having a common past also entails some general sense of sharing a common present; descending from some common ancestor makes us feel somehow ‘connected’. Therefore, history plays a major role in the way we construct kinship. Since anthropology has developed some of the more nuanced and complex insights into symbolism and meaning, which is one of the substances of identity, the discipline has been particularly apt to show how people’s seemingly natural categories are historically, contextually and socially constructed. This being the case, then, the issue of the historicity—the temporal rootedness—of all ethnographic research is unavoidable. My goal will be to analyse the changing configurations of Macanese identity as they are experienced and produced by people through the combined workings of individual and collective memory, using the genealogical method applied to ethnographic research.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/8004
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