Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/7819
Título: Linfoma canino e felino : revisão bibliográfica e estudo de 3 casos clínicos
Autor: Oliveira, Ana Isabel Azevedo
Orientador: Vilhena, Hugo Corte Real
Ferreira, Fernando António da Costa
Palavras-chave: Linfoma
Canídeos
Felídeos
Quimioterapia
Lymphoma
Dogs
Cats
Chemotherapy
Data de Defesa: 5-Dez-2014
Editora: Universidade de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Citação: Oliveira, A.I.A. (2014). Linfoma canino e felino : revisão bibliográfica e estudo de 3 casos clínicos. Dissertação de mestrado. Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Resumo: Os linfomas (linfomas ou linfossarcomas) são um grande grupo de neoplasias que têm em comum a sua origem, as células linforeticulares, e surgirem devido a uma proliferação clonal descontrolada deste tipo de células. Nos canídeos, o linfoma representa aproximadamente 18% de todas as neoplasias malignas e 80% dos tumores hematopoiéticos. Nos felídeos, o linfoma representa cerca de 30% de todas as neoplasias. A etiologia do linfoma canino e felino é multifatorial e em grande parte desconhecida. Nos gatos, as causas retrovirais de linfoma (FeLV e FIV) estão bem definidas. Em ambas as espécies, o linfoma pode ser classificado com base em classificações anatómicas, histológicas, citológicas e nas características imunofenotípicas. O diagnóstico de linfoma é realizado através de punção aspirativa por agulha fina para avaliação citológica do respetivo linfonodo, massa ou órgão afetados e deve incluir exame físico completo, execução de um perfil hematológico e bioquímico, urianálise, radiografia abdominal e/ou ultrassonografia e radiografia torácica. Depois do diagnóstico estabelecido, deve ser determinado o estadiamento do linfoma. A quimioterapia sistémica continua a ser o tratamento de eleição para o linfoma canino e a combinação de vários protocolos tem uma maior eficácia comparativamente ao uso de apenas um quimioterápico. Nos felídeos, os resultados são menos previsíveis, devido à variabilidade histológica e anatómica do linfoma nesta espécie. No entanto, a quimioterapia também é considerada o tratamento de eleição. A cirurgia e a radioterapia podem ser aconselhadas em casos selecionados, embora o seu uso seja limitado no tratamento de linfoma. O prognóstico em cães e gatos com linfoma é bastante variável e depende de um grande número de fatores. Os dois fatores com maior importância prognóstica são o imunofenótipo e o subestadio dosistema de classificação da OMS. Os cães com linfoma de origem em células T estão associados a tempos de remissão e de sobrevivência significativamente menores. Contudo, nos gatos, em geral, as taxas de remissão e de sobrevivência são ainda menores. O estadiamento de linfoma em subestadio b está relacionado com pior prognóstico, devido à presença de sinais sistémicos.
ABSTRACT - Malignant Lymphoma in Dog and Cat: bibliographic review and study of 3 clinical cases - Lymphomas (malignant lymphoma or lymphosarcoma) are a large group of tumors that have in common their origin in lymphoreticular cells, and arise due to uncontrolled clonal proliferation of such cells. In dogs, malignant lymphoma represents approximately 18% of all malignancies and 80% of the hematopoietic tumors. In felines, lymphoma represents about 30% of all malignancies. The etiology of canine and feline lymphoma is multifactorial and largely unknown. Retroviral causes of feline lymphoma (FeLV and FIV) are well defined. In both species the lymphoma can be classified on the basis of anatomical classification, histological, cytological and immunophenotypic characteristics. The diagnosis of lymphoma is performed by fine needle aspiration (FNA) for cytological evaluation of the lymph node, mass or organ affected and should include a complete physical examination, hematological and biochemical profile, urinalysis, abdominal radiography and / or ultrasonography and chest radiography. After the diagnosis is established, the staging of lymphoma should be determined. Systemic combined chemotherapy continues to be the treatment of choice for canine lymphoma and the combination of different drugs have a greater efficiency when compared to the use of one chemotherapeutic agent. In cats, the results are less predictable due to histological and anatomical variability of lymphoma in species. However, chemotherapy is also considered the treatment of choice. Surgery and radiation therapy may be recommended in selected cases, although its use is limited in the treatment of lymphoma. The prognosis in dogs and cats with lymphoma is highly variable and depends on several factors. The two factors with greater prognostic significance are the immunophenotype and the WHO staging system. Dogs with T-cell lymphoma are associated with significantly shorter remission and survival durations. However, in cats, the rates of remission and survival are even smaller. The staging of lymphoma in substage b is associated with a worse prognosis, due to the presence of systemic signs.
Descrição: Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/7819
Aparece nas colecções:BFMV - Teses de Mestrado 2º. Ciclo

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