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Título: Análise ergonómica na indústria automóvel : análise da capacidade de trabalho e dos factores psicossociais na perspectiva do envelhecimento produtivo
Autor: Ferreira, Maria Luísa Olímpio
Orientador: Cotrim, Teresa Margarida Crato Patrone de Abreu
Palavras-chave: Análise do trabalho
Capacidade de trabalho
Envelhecimento produtivo
Ergonomia participativa
Factores psicossociais
Indústria automóvel
ICT
COPSOQ II
Data de Defesa: 2014
Citação: Ferreira, Maria Luísa O. (2014) - Análise ergonómica na indústria automóvel : análise da capacidade de trabalho e dos factores psicossociais na perspectiva do envelhecimento produtivo. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: Este estudo teve como objectivo estudar as relações entre a idade, os determinantes do trabalho e os factores psicossociais com a capacidade para o trabalho. A amostra foi constituída por 27 trabalhadores da indústria automóvel. Para analisar a capacidade para o trabalho, utilizou-se o Índice de Capacidade para o Trabalho (Fernandes da Silva et al, 2006) e para os factores psicossociais, a versão média portuguesa do Copenhagen Psychosocial Questionnaire (Fernandes da Silva et al, 2012). A média da capacidade para o trabalho foi de 39,96 pontos (dp=5,56), o que corresponde a uma ―boa capacidade para o trabalho. Verificou-se uma correlação negativa forte entre a idade e o ICT (ρ=-0,578; p=0,002), ou seja, à medida que a idade aumenta, o valor médio do ICT diminui. Os resultados do COPSOQ mostraram que das sub-escalas em que o valor mais alto corresponde a pior resultado, as ―exigências cognitivas e a ―insegurança laboral apresentaram valores críticos. As sub-escalas com valores favoráveis foram: ―problemas em dormir, ―burnout, ―stress, ―sintomas depressivos‖. Nas sub-escalas em que o valor mais baixo corresponde a pior resultado, as sub-escalas com melhores valores foram: ―possibilidades de desenvolvimento, ―transparência do papel laboral, ―recompensam, ―apoio social dos colegas, ―comunidade social no trabalho, ―confiança vertical, ―auto-eficácia, ―significado do trabalho e ―satisfação no trabalho. As sub-escalas ―previsibilidade, ―qualidade de liderança, ―significado do trabalho, ―compromisso face ao local de trabalho, satisfação no trabalho e ―saúde tiveram uma correlação negativa com o ICT, ou seja, quando os seus resultados são piores, os valores de ICT diminuem. O resultado desta investigação é um contributo para o conhecimento do trabalho na indústria, nomeadamente na indústria automóvel e permitiu compreender quais os factores psicossociais que são protectores e os que determinam uma pior capacidade para o trabalho. Desta forma é possível definir um conjunto de medidas de intervenção ergonómica que visem a optimização das condições de trabalho e a promoção da capacidade de trabalho.
Descrição: Mestrado em Ergonomia
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/7643
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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