Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/7505
Título: Characterization of infection by malaria parasites in penguins housed in zoological collections
Autor: Grilo, Miguel Luca Augusto
Orientador: García Párraga, Daniel
Carvalho, Luís Manuel Madeira de
Palavras-chave: Penguin
Malaria
Diagnosis
Treatment
Prophylaxis
Zoological collections
Pinguim
Diagnóstico
Terapêutica
Profilaxia
Coleções zoológicas
Data de Defesa: 13-Nov-2014
Editora: Universidade de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Citação: Grilo, M.L.A. (2014). Characterization of infection by malaria parasites in penguins housed in zoological collections. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Resumo: Avian malaria is, if not the main, one of the most important causes of mortality in penguins housed in zoological collections. Knowledge of prevalence in zoos and the control measures applied (diagnostic, treatment and prophylaxis) allows other zoos to increase their colonies protection. In order to evaluate malaria infection in penguin colonies and zoos prophylactic programs, a survey was specifically designed to gather this information from different zoological gardens from Europe, North America and Asia. Fifteen out of the forty zoos that answered (37,5%) test their colonies for malaria, revealing a global prevalence of 12,5% (5 zoos) of institutions with infected penguins. Diagnostic techniques most currently used are optical microscopy (11), histopathology (10) and observation of clinical signs (9). Twelve zoos use combinated techniques diagnosis protocols. Mixed infections with other blood parasites were reported by one zoo. Significant differences were not presented in clinical and laboratorial signs presented, being lethargy (4) the most prevalent sign. Nine zoos (22,5%) use treatment protocols on detected cases. No significant differences were observed in the protocols being the standard ones for most institutions based on sulfadiazine and pyrimethamine, chloroquine and primaquine. Twenty two zoos (55%) use prophylaxis protocols, being primaquine the most common drug in eight zoos. Seventeen zoos (42,5%) reported that no preventive measures besides preventive therapeutic protocols are used, while reducing the number of potential water catchment containers in order to eliminate the mosquito breeding sites available, was the measure most commonly adopted in 13 zoos (32,5%). To the author’s knowledge, these are the first reports on penguins of anorexia and vomit when using sulfadiazine and pyrimethamine; anorexia when using primaquine and chloroquine and epileptic seizures, sunburns around the eyes and death when using pyrimethamine. This study shows that many zoological gardens do not have routine control programs for malaria in their penguin colonies. Dissemination of these results allows for a better understanding of this problem, raising awareness and potentially inducing new perspectives on its control.
RESUMO - A malaria aviária é, se não a principal, uma das causas mais importantes de mortalidade em pinguins alojados em coleções zoológicas. O conhecimento da prevalência em zoológicos e das medidas de controlo aplicadas (diagnóstico, tratamento e profilaxia) permite a outros zoológicos melhorar a proteção das suas colónias. Com o objetivo de avaliar a infeção por agentes de malária em colónias de pinguins e os programas profiláticos dos zoológicos, foi criado um questionário para reunir esta informação em diferentes jardins zoológicos da Europa, América do Norte e Ásia. Quinze dos quarenta zoológicos que responderam (37,5%) testam as suas colónias relativamente a malária, revelando uma prevalência global de 12,5% (5 zoológicos) de instituições com pinguins infetados. As técnicas de diagnóstico mais frequentemente utilizadas são a microscopia ótica (11 zoos), a histopatologia (10) e a observação de sinais clínicos (9). Doze zoológicos utilizam protocolos de diagnóstico com diferentes técnicas. Infeções mistas com outros parasitas sanguíneos foram referidas por um zoo. Não foram apresentadas diferenças significativas nos sinais clínicos e laboratoriais apresentados, sendo a letargia o mais frequente (4). Nove zoológicos (22,5%) usam protocolos de tratamento em casos detetados. Não foram observadas diferenças significativas nos protocolos utilizados, sendo os padrões para a maioria das instituições baseados em sulfadiazina e pirimetamina, cloroquina e primaquina. Vinte e dois zoológicos (55%) usam protocolos de profilaxia, sendo a primaquina a substância mais comum em oito zoológicos. Dezassete zoológicos responderam que não utilizam medidas preventivas para além dos protocolos terapêuticos preventivos, enquanto que a redução do número de potenciais recipientes de captação de água, de modo a eliminar os locais de reprodução disponíveis para os mosquitos, foi a mais comummente adotada em 13 zoológicos (32,5%). No conhecimento do autor, estas são as primeiras descrições em pinguins de anorexia e vómito ao administrar sulfadiazina e pirimetamina; de anorexia ao administrar primaquina e cloroquina e de ataques epiléticos, reacções de fotosensibilidade e morte ao administrar pirimetamina. Este estudo demonstra que muitos jardins zoológicos não têm programas rotineiros de controlo da malária relativamente às suas colónias de pinguins. A divulgação destes resultados permite uma melhor compreensão deste problema, criando sensibilização e, potencialmente, conduzindo a novas perspetivas no seu controlo.
Descrição: Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/7505
Aparece nas colecções:BFMV - Teses de Mestrado 2º. Ciclo

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