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Título: Variáveis respiratórias e metabólicas no surf : diferenças entre surfistas de elite e surfistas recreativos.
Autor: Almeida, Nuno Ricardo da Conceição
Orientador: Alves, Francisco José Bessone Ferreira
Palavras-chave: Consumo máximo de oxigénio
Limiares ventilatórios
Potência aeróbia máxima
Remada
Surf
Data de Defesa: 2014
Citação: Almeida, Nuno (2014) - Variáveis respiratórias e metabólicas no surf : diferenças entre surfistas de elite e surfistas recreativos. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: O desempenho no surf de competição é influenciado pela condição física dos atletas, nomeadamente, das adaptações aeróbias adquiridas através do treino. O objectivo deste estudo é verificar se os indicadores de Resistência Aeróbia diferenciam surfistas portugueses de diferente nível de prática. Doze surfistas portugueses foram distribuídos em dois grupos: um composto por seis surfistas recreativos (SR: idade: 32.3±3.1anos; peso: 73.2±7.8kg; altura: 175.2±4.9cm) e o outro por seis atletas de elite nacionais (SE: idade: 25±8.4anos; peso: 68.5±3.8kg; altura: 173.7±4cm). Todos os sujeitos fizeram um teste máximo contínuo e progressivo de remada com patamares de dois minutos, começando nos 20W, e com incrememtos de 10W. Os testes foram executados num ergómetro VASA trainer para a determinação do VO2max e da potência aeróbia máxima (PAM). Os valores de limiar ventilatório (LV1) e do ponto de compensação respiratório (LV2) e as correspondentes frequência cardíaca (FC) e potência foram estimados. Os dados respiratórios foram obtidos breath-by-breath (Metamax 3B, Cortex, Biophysik, Leipzig, Germany). Foram encontradas diferenças significativas para o VO2max entre os SE (43.6±7.9 ml.kg-1.min-1) e os SR (31.1±7.4 ml.kg-1.min-1), porém o mesmo não se verificou ao nível da PAM (SE: 76.6±18.6W; SR: 76.6±16.6W) nem das potências a que ocorreram o LV1 (SE: 50.3±12.8W;SR: 46.3±8.9W) e o LV2 (SE: 79.7±14.3W; SR: 75.4±11.4W). O VO2 foi superior (ρ<0.05) nos SE (22.5±5.89 ml.kg-1.min-1) do que nos SR (16±3.7 ml.kg-1.min-1) para o LV1. A mesma tendência se verificou no LV2 (SE: 33.83±10.38ml.kg-1.min-1; SR: 23.6±6.3ml.kg-1.min-1) apesar das diferenças não serem significativas. No entanto estes parâmetros ocorreram a uma %VO2max similar, 51,5% e 51,3 % para o LV1, e 77,5% e 77,9 % para o LV2. Estes resultados sugerem que os SE desenvolveram adaptações fisiológicas específicas já que apresentam valores superiores de VO2max, o que pode estar relacionado com um maior volume de treino. De maneira a permitir uma abordagem mais ecológica seria necessário realizar testes dentro de água em situação de remada real.
Descrição: Mestrado e Treino de Alto Rendimento
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/7325
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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