Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/7323
Título: Strength training and muscle architecture : with special reference to effects of range of motion on muscle structure.
Autor: Tavares, António Francisco Furtado Salgueiro
Orientador: Santos, Pedro Vítor Mil-Homens Ferreira
Palavras-chave: Muscle architecture
Muscle size
Muscle structure
Range of motion
Regional hypertrophy
Strength training
Vastus lateralis
Amplitude de movimento
Arquitectura muscular
Hipertrofia regional
Treino de força
Volume muscular
Data de Defesa: 2014
Citação: Tavares, António (2014) - Strength training and muscle architecture : with special reference to effects of range of motion on muscle structure. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: The purpose of the present study was to investigate adaptations on vastus lateralis (VL) muscle size, pennation angle and force (torque max) to a 15 week training program with either a full or partial range of motion (ROM). Nineteen previously untrained students were randomly distributed in one of two groups: control (CG) (n = 8; age, 26.6 ± 5.2 years; height, 177 ± 5.3 cm; body mass, 75.7 ± 10.6 kg; means ± SD) or training (TG) (n = 11; age, 21.6 ± 3.5 years; height, 174 ± 4.5 cm, body mass, 71.0 ± 6.9 kg; means ± SD) group. In the TG, one of the subject’s legs was randomly chosen to be trained with a full ROM (FULL) and the other partial ROM (PAR). Training consisted on 15 weeks of isokinetic training, with either a full (100º of knee flexion to 0º) or partial (60º of knee flexion to 0º) ROM. Pennation angle (PA) was measured with ultrasonography at 50% of total muscle length. VL maximum anatomical cross sectional area (ACSAmax), volume and regional ACSA (measured at 25, 50 and 75% of total muscle length - ACSA25, 50, 75) was obtained with magnetic resonance imaging (MRI). Maximum torque was obtained isometrically with isokinetic dynamometer at 75º of knee flexion. Together with PA, all muscle size measures increase significantly (p<0.05) from preto post-training. The changes were respectively for FULL and PAR, PA: 9.6 and 12.3%; ACSAmax: 5.3 and 4.1%; Volume: 5.1 and 4.6%. When comparing regional adaptations on muscle size of VL, the changes were respectively for FULL and PAR, ACSA25: 3.0 and 2.9%; ACSA50: 5.5 and 4.5%; ACSA75: 6.9 and 6.7%. Although we verified a trend to a greater increase from proximal to distal site, we only found differences when comparing ACSA50 and ACSA75 to ACSA25. In PAR and FULL maximal torque increased 27.9 and 33.3%, respectively. No significant differences (p<0.05) were found for PA, isometric knee extensor torque or any muscle size measures between training groups. As expected no significant changes (p<0.05) were found for the control group for any measured variable. The present findings suggest that vastus lateralis adapts to training independent of ROM when muscle time under tension is similar.
RESUMO: O propósito do presente estudo foi investigar as adaptações no volume do músculo vastus lateralis (VL), ângulo de penação e força (momento máximo de força) a um programa de treino de força de 15 semanas com amplitude (ROM) total ou parcial. Dezanove estudantes previamente não treinados foram distribuídos aleatoriamente num de dois grupos: controlo (CG) (n=8; idade, 26.6 ± 5.2 anos; altura, 177 ± 5.3 cm; massa corporal, 75.7 ± 10.6 kg; média ± DP) e treino (TG) (n = 11; idade, 21.6 ± 3.5 anos; altura, 174 ± 4.5 cm, massa corporal, 71.0 ± 6.9 kg; médias ± DP). No TG, uma das pernas de cada sujeito foi aleatoriamente escolhida para ser treinada com uma amplitude total (FULL) e a outra parcial (PAR). O treino consistiu em 15 semanas de treino isocinético com uma amplitude total (100 a 0º de flexão do joelho) ou parcial (60 a 0º). O ângulo de penação (PA) foi medido através de ultrasonografia a 50% do comprimento total do músculo. A área de secção anatómica máxima (ACSAmax), o volume e a ACSA regional (medida a 25, 50 e 75% do comprimento total do músculo - ACSA25, 50, 75) do VL foram obtidas através de ressonâncias magnéticas (MRI). O momento máximo de força foi obtido isometricamente com 75º de flexão do joelho. Para além do PA, todas as medidas do tamanho do músculo aumentaram significativamente (p<0.05) do período pré para pós-treino. As alterações foram respectivamente para o grupo FULL e PAR, PA: 9.6 e 12.3%; ACSAmax: 5.3 e 4.1%; VL Volume: 5.1 e 4.6%. Quando comparadas as adaptações regionais do VL, as alterações foram respectivamente para o grupo FULL e PAR, ACSA25: 3.0 e 2.9%; ACSA50: 5.5 e 4.5%; ACSA75: 6.9 e 6.7%. Apesar de se verificar uma tendência para maiores aumentos da região proximal para a distal, só foram verificadas diferenças quando comparadas as regiões ACSA50 e ACSA75 com a região ACSA25. Para o grupo PAR e FULL o momento máximo de força aumentou significativamente 27.9 e 33.2%, respectivamente. Não foram verificadas diferenças significativas (p<0.05) entre PAR e FULL no PA, momento isométrico máximo de extensão do joelho e nas medidas de dimensão do músculo. Não foram verificadas alterações significativas (p<0.05) no grupo de controlo em todas as variáveis avaliadas. Os resultados do presente estudo demonstram que quando o tempo sobre tensão é semelhante, o VL se adapta ao treino independentemente do ROM.
Descrição: Mestrado em Treino de Alto Rendimento
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/7323
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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