Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/7294
Título: Exercício para quê? Metas e regulações motivacionais associadas à actividade física em mulheres com pré-obesidade e obesidade
Autor: Silva, João Diogo Cunha
Orientador: Teixeira, Pedro Jorge do Amaral de Melo
Palavras-chave: Actividade física do estilo de vida
Actividade física moderada e vigorosa
Goal Content Theory
Metas
Motivação
Obesidade
Regulações
Teoria da Auto-Determinação
Data de Defesa: 2014
Citação: Silva, João Diogo C. (2014) - Exercício para quê? Metas e regulações motivacionais associadas à actividade física em mulheres com pré-obesidade e obesidade. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: A Goal Content Theory, uma sub-teoria da Teoria da Auto-Determinação (TAD), refere-se à importância de estudar o papel das metas (intrínsecas vs. extrínsecas) na dinâmica motivacional da adesão à actividade física (AF) a longo prazo. Este estudo testou os efeitos de uma intervenção de mudança comportamental baseada na TAD nas metas relativas à prática de AF em mulheres com pré-obesidade e obesidade e a sua associação com outros indicadores motivacionais e AF. Este estudo envolveu 221 mulheres, no contexto de um estudo aleatório controlado, com a duração de um ano, e dois anos de follow-up (sem qualquer intervenção). Foram utilizados Testes t para avaliar as diferenças entre grupos no follow-up. Foram utilizadas correlações bivariadas e modelos de equações estruturais lineares para analisar a diferentes níveis a relação entre as metas e outras variáveis motivacionais (regulações motivacionais autónomas e controladas) e duas variáveis de actividade física (AF): actividade física moderada e vigorosa (AFMV) e actividade física do estilo de vida (AFEV). Encontraram-se diferenças entre os grupos nas metas intrínsecas Gestão do Stress, Prazer e Revitalização (d=0,36-0,52,p<0,005); e na meta extrínseca Pressões de Saúde (d=-0,56, p=0,001). Para outras metas (Aparência, Reconhecimento Social, Competição) não houve diferenças significativas. Revitalização, Prazer, Desafio e Saúde Positiva, revelaram fortes associações com regulações autónomas, enquanto que Reconhecimento Social e Pressões de Saúde demonstraram maior associação com regulações controladas. Os resultados revelaram associações elevadas entre metas intrínsecas, e AF (AFEV e AFMV). Este impacto das metas intrínsecas na AF parece ser mediado pelo desenvolvimento de regulações mais autónomas. Os resultados mostram que esta intervenção teve efeitos significativos e duradouros nas metas intrínsecas mas não nas extrínsecas. Também é sugerido que metas relacionadas com saúde, afiliação e competição tipicamente vistas como intrínsecas, demonstram um padrão mais complexo nas dinâmicas motivacionais subjacentes aos comportamentos de AF. A relação entre metas e regulações confirmou a teoria proposta pela TAD.
Descrição: Mestrado em Exercício e Saúde
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/7294
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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