Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/6917
Título: Comparação do crescimento, da maturidade e da resistência óssea à fratura entre adolescentes com e sem treino regular de dança
Autor: Coelho, Sónia Maria Canduzeiro de Teixeira
Orientador: Baptista, Maria de Fátima Marcelina
Palavras-chave: Acelerometria
Actividade física
Crescimento
Dança
Maturidade
Osso
Ultrassom quantitativo
Data de Defesa: 2014
Citação: Coelho, Sónia (2014) - Comparação do crescimento, da maturidade e da resistência óssea à fratura entre adolescentes com e sem treino regular de dança. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: Objetivos: O período de crescimento entre a infância e adolescência é fundamental para a aquisição de massa óssea. O comprometimento da saúde óssea durante o crescimento pode não só aumentar o risco de fratura durante a adolescência, mas também prejudicar numa fase mais tardia da vida. Como a atividade física é um fator chave para o crescimento e desenvolvimento ósseo, o objetivo deste estudo foi analisar a associação entre prática regular de dança o crescimento, a maturidade e saúde óssea em jovens. Amostra/ Métodos: Foram avaliadas 137 crianças saudáveis (47 rapazes e 90 raparigas) com idades compreendidas entre os 10-13 anos de idade. Sendo que 47 eram bailarinos (16 rapazes e 31 raparigas). Altura e massa corporal, dobras cutâneas e diâmetros ósseos foram medidos de acordo com os procedimentos recomendados pela International society for the Advancement of Kinanthropometry (ISAK). A avaliação da velocidade do som (VS) radial e tibial foi conduzida por USQ nos membros não-dominantes. A maturidade foi avaliada usando equações de predição (Mirwald et al. (2002, 2005). A atividade física foi avaliada por acelerometria . A Ingestão calórica , cálcio e vitamina D foram obtidos através de um questionário de frequência alimentar . Resultados: ANOVA revelou menor massa corporal, IMC e percentagem de massa gorda nas bailarinas comparativamente às não bailarinas. Estas diferenças não foram observadas entre os rapazes dos dois grupos. No grupo de não bailarinos, os rapazes apresentaram menor percentagem de massa gorda do que as raparigas. O mesmo não se verificou no grupo dos bailarinos, onde os rapazes e as raparigas revelaram percentagem de massa gorda idêntica. Não foram observadas diferenças na atividade física total entre os grupos de bailarinos e não bailarinos. No entanto os rapazes apresentaram uma atividade física total superior às raparigas (p= <0,001). Não foram igualmente observadas diferenças na maturidade, no aporte de cálcio e vitamina D, diâmetros ósseos e velocidade do som da tíbia entre os grupos de bailarinos e não bailarinos, nem entre os géneros. Foi no entanto observada uma interação (p=0,016) entre o grupo (bailarinos vs não bailarinos) e o género (raparigas vs rapazes), com os rapazes bailarinos a demonstrarem menor velocidade do som radial. Conclusões: Os rapazes bailarinos parecem demonstrar valores significativamente mais baixos de velocidade do som ao nível do rádio apesar de valores comparáveis de crescimento, maturidade biológica, massa corporal, atividade física e aporte nutricional entre os rapazes bailarinos e não bailarinos.
Descrição: Mestrado em Exercício e Saúde
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/6917
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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