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Título: Actividade física habitual e densidade óssea de regiões críticas de fractura do fémur proximal
Autor: Lopes, Edgar Luís Severino
Orientador: Baptista, Maria de Fátima Marcelina
Palavras-chave: Actividade física
Fémur proximal
DXA
BPAQ
Data de Defesa: 2014
Citação: Lopes, Edgar L. S. (2014) - Actividade física habitual e densidade óssea de regiões críticas de fractura do fémur proximal. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: Objectivo: Uma vez que as regiões do fémur proximal (FP) com maior risco de falência estrutural durante uma queda são aquelas com menor protecção adaptativa promovida pela carga mecânica das actividades da vida diária pretendeu-se neste estudo comparar a DMO de diversas regiões de interesse do fémur proximal entre adultos jovens com diferentes cargas de impacto nesta zona do esqueleto. Métodos: A amostra constituída por 134 indivíduos dos 20 aos 30 anos divididos em 2 grupos de acordo com o impacto da actividade física (AF) realizada nos últimos 12 meses: grupo de AF de maior impacto (44 homens e 25 mulheres) e grupo de AF de menor impacto (34 homens e 31 mulheres). Cada grupo foi subdivido em dois de acordo com o sexo. A DMO foi avaliada por DXA nas regiões habituais (colo do fémur integral, trocânter e intertrocanter) e nas regiões sugeridas por Li et al. (2009b) (cabeça do fémur; colo do fémur supero lateral e região Intertrocantérica). Para a estimação da carga de impacto foi utilizado o Bone- Specific Physical Activity Questionnaire (BPAQ) (Weeks et al., 2008). Resultados: Comparações entre os grupos através da ANCOVA ajustada para a altura corporal revelaram diferenças na DMO entre os grupos de maior e menor impacto em todas as regiões do fémur proximal com os grupos de maior impacto a revelarem valores de DMO 9%-29% superiores aos valores de DMO dos grupos de menor impacto, à excepção da cabeça do fémur (p<0,01). Nos grupos de maior impacto, os homens apresentaram valores superiores às mulheres à excepção da cabeça do fémur. Não foram observadas diferenças de DMO entre homens e mulheres no grupo de menor impacto. Quando as comparações da DMO de acordo com o grupo e o género foram ajustadas adicionalmente para a massa magra, a magnitude das diferenças entre os grupos é mantida ou diminui (10-24%) e deixam de ser observáveis as diferenças de DMO no colo do fémur integral e superolateral entre as mulheres dos grupos de maior e menor impacto; no grupo de maior impacto as diferenças de DMO entre homens e mulheres deixam de existir, à excepção do trocânter enquanto no grupo de menor impacto passa a verificar-se uma diferença na DMO da cabeça do fémur entre homens e mulheres. Conclusão: Os efeitos da carga mecânica na DMO são mais marcantes nos homens do que na mulheres e a região intertrocantérica e superolateral do fémur identificadas por Li et al. (2009b) parecem ser mais sensíveis às variações da carga mecânica do que as regiões tradicionais, sobretudo nas mulheres.
Descrição: Mestrado em Exercício e Saúde
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/6914
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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