Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/6781
Título: O habitat da hiperficção: hipertopia(s)
Outros títulos: The habitat of Hyperfiction: hipertopy(ies)
Autor: Mourão, José Augusto
Casquilho, José Pinto
Palavras-chave: labyrinthical web
complex space-time
hipertopies
Data: Dez-2003
Editora: Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens
Citação: "RCL". ISSN 0870-7081. 32 (2003) 323-330
Resumo: In this paper we follow a succession of references that illustrate how the conjunction of literary fiction and hypertext – referred to as hyperfiction – emerges as an object whose experimentation subverts the the perception of real space-time through the multiplicity of possible paths, traced on the space of the labyrinthical web of the narrative; this subversion intervenes substantially in the order of time changing its sequential perception. Thus we have a habitat of hyperfiction text where the real dimension of time persists but, simultaneously, another dimension of time becomes dominant – the imaginary dimension of time -, using the terminology of the complex numbers system. In this framework, a moment involves a two-dimensional nature and a path is drawn as a path in the complex plane of Argand-Wessel. The habitat of the hypertext fiction is thus inserted into a complex space-time in which we designate as hipertopies the niches occupied by hyperfictional texts. The Aristotelian ordination becomes a minor, strictly local, element of intelligibility of this world. --------------------------------------------- Neste trabalho percorre-se uma sucessão de referências que ilustram como a conjunção da ficção literária e do hipertexto – denominada hiperficção – emerge num objecto cuja experimentação subverte a experimentação do espaço-tempo real através da multiplicidade de percursos possíveis, traçados na rede labiríntica do espaço de narração; essa subversão intervém na ordem do tempo alterando substancialmente a sua percepção sequencial. Constitui-se assim, a nosso ver, um habitat da obra de hiperficção onde persiste a dimensão real do tempo mas se afirma como dominante outra dimensão - a dimensão imaginária do tempo – utilizando a terminologia que remonta à criação dos números complexos. Neste quadro, um instante comporta uma natureza bidimensional e um percurso desenha-se como uma trajectória no plano complexo de Wessel-Argand. O habitat da obra de hiperficção insere-se então num espaço-tempo complexo em que designamos por hipertopias os nichos preenchidos por obras de hiperficção. A ordenação aristotélica torna-se um elemento menor, exclusivamente local, da inteligibilidade deste mundo.
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/6781
ISSN: 0870-7081
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