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Título: Caracterização fisiológica de atletas portugueses de hóquei em patins de alto rendimento
Autor: Pinheiro, Maria Margarida Duarte
Orientador: Rocha, Paulo Manuel Espadinha Pinheiro da
Santos, Pedro Victor Mil-Homens Ferreira
Palavras-chave: Antropometria
Bioimpedância
Composição corporal
Força isométrica
Hóquei em patins
Peso morto
Preensão digital
Preensão manual
Senta e alcança
Sprints
Teste de vaivém
Data de Defesa: 2013
Citação: Pinheiro, Maria Margarida (2013) - Caracterização fisiológica de atletas portugueses de hóquei em patins de alto rendimento. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: Poucos estudos analisaram a composição corporal e as qualidades biomotoras de atletas de alto rendimento masculinos portugueses de hóquei em patins. Objetivo: Descrever marcadores de composição corporal e fisiológicos de atletas de hóquei em patins da seleção nacional de juvenis, juniores e seniores, analisando as diferenças entre escalões. Metodologia: Foram analisados 63 atletas pertencentes aos escalões referidos. Avaliou-se a composição corporal, potência aeróbia (teste de vaivém), potência anaeróbia (teste de sprints), força isométrica (teste de preensão manual, digital e peso morto) e flexibilidade (teste de “senta e alcança modificado” e teste “alcança atrás das costas”). Resultados: Registou-se uma percentagem de massa gorda de 12,5% (juvenis), 13,2% (juniores) e 11,4% (seniores). No teste de vaivém registaram-se 127,8, 127,0 e 123,3 percursos, respetivamente. A força máxima (Fmáx) no peso morto sem patins foi de 1406,4N, 1711,4N e 1878,4N, respetivamente. Juvenis e juniores diferiram na prega subescapular, perímetros da cintura e braquial com flexão, massa isenta de gordura (MIG) e preensão manual. Juvenis e seniores diferiram na prega suprailíaca média, em todos os perímetros, na MIG, peso morto sem patins e preensão digital. Juniores e seniores diferiram nas pregas bicipital, suprailíaca anterior e MIG, na preensão manual e digital e no teste “senta e alcança”. Conclusões: Todos os escalões apresentaram valores similares de %MG e de percursos realizados no teste de vaivém. A Fmáx no peso morto diferiu apenas entre juvenis e juniores.
Descrição: Mestrado em Treino de Alto Rendimento
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/6632
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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