Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/5861
Título: Capacidade de trabalho e factores psicossociais do sector de higiene pública com e sem acidentes de trabalho
Autor: Pereira, Ana Patrícia Dionísio
Orientador: Cotrim, Teresa Margarida Crato Patrone de Abreu
Palavras-chave: Acidentes de trabalho
Capacidade de trabalho
Idade
ICT - Índice de Capacidade para o Trabalho
COPSOQ - Copenhagen Psychosocial Questionaire
Data de Defesa: 2013
Citação: Pereira, Ana Patrícia Dionísio (2013) - Capacidade de trabalho e factores psicossociais do sector de higiene pública com e sem acidentes de trabalho. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: A realização deste estudo surgiu com o objetivo principal de analisar as relações entre a Capacidade de Trabalho e os factores psicossociais do sector de Higiene Pública com e sem Acidentes de Trabalho. Numa amostra composta por 51 trabalhadores, de uma empresa municipal foi realizada a análise da capacidade de trabalho através do Índice de Capacidade de Trabalho (Fernandes da Silva et al., 2006), e foram analisados os factores psicossociais através da análise descritiva de todas as dimensões avaliadas na versão média portuguesa do Copenhagen Psychosocial Questionnaire (Fernandes da Silva et al., 2012). A média da capacidade para o trabalho foi de 42,88 (dp=4,64), o que correspondeu a uma “boa” capacidade para o trabalho. No presente estudo não se verificou uma correlação entre o ICT e a idade r=-0,65; p=0,51). Os resultados do COPSOQ, mostraram que nas subescalas em que o valor mais alto corresponde ao pior resultado, não existem identificadas subescalas com valores críticos. As subescalas com a melhor pontuação foram: “exigências quantitativas” (1,44); “ritmo de trabalho” (2,04); “exigências emocionais” (1,96); “conflitos de papéis laborais” (1,80); “confiança horizontal” (1,90); “conflito trabalho/família” (1,31); “problemas a dormir” (1,79); “burnout” (2,02); “stress” (2,30); “comportamentos ofensivos” (1,25). Nas subescalas em que o valor mais baixo corresponde ao pior resultado, foram identificadas as subescalas com valores críticos: “compromisso face ao local de trabalho” (2,07). As subescalas com a melhor pontuação foram: “previsibilidade” (4,17); “transparência papel laboral” (4,69); “recompensas” (4,15); “apoio social superior” (3,67); “comunidade social no trabalho” (4,27); “qualidade da liderança” (4,17); “confiança vertical” (4,65); “justiça e respeito” (4,54); “auto eficácia” (4,02).
Descrição: Mestrado em Ergonomia
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/5861
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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