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Título: Influência da intensidade e volume de alongamento na flexibilidade de extensão passiva da perna
Autor: Barbosa, Daniel Alberto Vilarinho Cunha
Orientador: Santos, Pedro Victor Mil-Homens Ferreira
Palavras-chave: Alongamento
Ângulo
Intensidade
Joelho
Momento
Volume
Data de Defesa: 2013
Citação: Barbosa, Daniel (2013) - Influência da intensidade e volume de alongamento na flexibilidade de extensão passiva da perna. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: Problema: A curva `momento-ângulo´ é uma medida considerada no âmbito das respostas fisiológicas ao alongamento e tem sido usada no estudo do perfil qualitativo de extensão passiva da perna. Contudo, não é claro quais os valores de volume e intensidade que poderão influenciar essa relação. Objectivos: 1) Analisar em que medida a intensidade e duração do alongamento afectam a relação `momento-ângulo´; 2) Determinar qual dos protocolos de alongamento tem maior impacto agudo na curva `momento-ângulo´ de extensão passiva da perna. Métodos: Dezassete sujeitos executaram três protocolos de alongamento com diferentes intensidades: momento máximo tolerado (PCI), setenta e cinco e cinquenta por cento do momento máximo (P75 e P50, respectivamente). Foram realizadas cinco repetições com uma duração de 90, 135 e 180 segundos para o PCI, P75 e P50, respectivamente. A curva `momento-ângulo´, a atividade electromiográfica e a percepção da intensidade de alongamento foram medidos ao longo do teste. Resultados: No protocolo PCI, a amplitude articular (AA) máxima e o momento máximo foram significativamente maiores após a intervenção. Tendo em conta uma AA comum a todos os sujeitos, observou-se uma diminuição significativa no momento passivo nos 3 protocolos (24,90 ± 3,74 vs 20,80 ± 3,32 no P50; 24,57 ± 4,88 vs 21,10 ± 4,02 no P75; e 24,30 ± 5,5 vs 20,48 ± 4,46 N.m no PCI; para pré e pós, respectivamente). As respostas da curva `momento-ângulo´ foram distintas em cada condição experimental. Para AA superiores, o PCI apresentou uma maior diminuição de momento passivo comparativamente com os restantes protocolos. No P75 e P50, as maiores respostas ao alongamento ocorreram em AA intermédias. Conclusões: As respostas na curva `momento-ângulo´ dependem da intensidade e duração do alongamento. À medida que a intensidade aumenta, verifica-se um aumento da amplitude articular e momento máximo atingido. Sugere-se: 1) Para ganhos de amplitude articular, a intensidade do alongamento deve ser máxima; 2) Tendo em vista a alteração da curva `momento-ângulo´, a intensidade do alongamento deve ser manipulada e adequada ao objectivo pretendido.
Descrição: Mestrado em Treino de Alto Rendimento
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/5767
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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