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Título: Capacidade de trabalho e risco ocupacional na movimentação manual de doentes num hospital privado
Autor: Vilela, Joana Martins
Orientador: Cotrim, Teresa Margarida Crato Patrone de Abreu
Palavras-chave: Capacidade de trabalho
Ergonomia hospitalar
Lesões músculo-esqueléticas
Movimentação manual de doentes
Profissionais de saúde
Satisfação no trabalho
Data de Defesa: 2012
Citação: Vilela, Joana Martins (2012) - Capacidade de trabalho e risco ocupacional na movimentação manual de doentes num hospital privado. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: O objetivo deste estudo foi compreender a relação entre a capacidade de trabalho, a satisfação e o bem-estar dos profissionais, as exigências das tarefas de movimentação manual de doentes e a prevalência de lesões músculo-esqueléticas auto-referidas. Utilizaram-se os instrumentos: Índice de Capacidade para o Trabalho (versão Portuguesa do WAI, Fernandes da Silva et al, 2006), o Questionário Nórdico (adaptado por Fray e Hignett, 2009), os questionários de satisfação e de perceção na movimentação manual dos doentes (incluídos no IET, Fray e Hignett, 2009). A amostra foi constituída por enfermeiros (n=24) e auxiliares de ação médica (n=19) de dois serviços num hospital privado, na sua maioria mulheres, solteiros e licenciados, com uma idade média de 34,97 anos. A capacidade de trabalho dos profissionais correspondeu em média à categoria de “boa” capacidade para o trabalho, com um valor médio de 41,68 (dp=4,8). As LME auto-referidas (12 meses) foram mais prevalentes na coluna vertebral (cervical – 25,6%, dorsal – 23,3% e lombar – 30,2%) e nos ombros (20,9%). Do grupo de profissionais que estavam “quase sempre” satisfeitos com o seu trabalho, 93,8% apresentavam um ICT satisfatório. Quanto à movimentação manual de doentes, não houve nenhum acidente de trabalho reportado. 34,9% dos profissionais referiram que realizaram mobilizações ou transferências de doentes sem utilização de equipamento de ajuda técnica, quando este era recomendado. O desempenho dos profissionais durante as transferências foi bom, apesar da ausência de um plano específico. A satisfação dos doentes após a transferência era bastante elevada e a perceção dos profissionais em relação à execução das transferências também foi boa.
Descrição: Mestrado em Ergonomia
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/5391
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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