Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/5232
Título: Estudo da validade do questionário de robustez mental no desporto
Autor: Fonseca, Catarina Pires
Orientador: Rosado, António Fernando Boleto
Palavras-chave: Hardiness
Análise fatorial confirmatória
Autoeficácia
Desenvolvimento
Questionário Robustez Mental no Desporto
Resiliência
Robustez mental
Data de Defesa: 2012
Citação: Fonseca, Catarina (2012) - Estudo da validade do questionário de robustez mental no desporto. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: ROBUSTEZ MENTAL: DA CONCEPTUALIZAÇÃO À PRÁTICA - O presente artigo tem como objetivo o estudo da robustez mental, pretendendo clarificar as suas definições e conceptualizações, e examinar ainda de que forma pode ser desenvolvido em desportistas. A robustez mental pode ser definida como um constructo multidimensional relacionado com performances e resultados de sucesso no desporto. Não obstante, não existe um consenso quanto à sua conceptualização, sendo comummente aceite como facilitadora de uma vantagem psicológica, que permite lidar melhor do que os adversários com várias exigências do desporto. A avaliação da robustez mental surge como um passo determinante para o seu estudo, sendo que a validação de instrumentos de avaliação deve ser uma preocupação dos investigadores para que este constructo seja passível de ser medido e desenvolvido por forma a melhorar a performance dos desportistas. ESTUDO DA VALIDADE DO QUESTIONÁRIO DE ROBUSTEZ MENTAL NO DESPORTO - O propósito deste estudo foi determinar se a versão portuguesa do Sports Mental Toughness Questionnaire (SMTQ) ou Questionário de Robustez Mental no Desporto (QRMD) é uma medida válida para avaliar a Robustez Mental, procurando: (1) estudar a sua validade interna, verificando as qualidades psicométricas da versão portuguesa da escala através da análise fatorial confirmatória (AFC); (2) estudar a sua validade externa, por referência à validade referida ao critério, determinando se as variações da robustez mental podem ser explicadas pelas variações de variáveis como a resiliência e a autoeficácia, que lhe estão, teoricamente, associadas, controlando o efeito de outras variáveis independentes também potencialmente associadas. Participaram 198 desportistas do género masculino (N=128) e feminino (N=70) com idades compreendidas entre os 13 e os 38 anos (M=22.07). No que diz respeito aos valores de validade interna, o ajustamento global do modelo resultante da AFC, a solução final, com 12 itens, apresentou um ajustamento globalmente adequado χ²(52) =86.7; p< .002; χ²/df = 1.66; CFI= .927, GFI= .937; RMSEA= .058. No entanto, alguns problemas de ajustamento local foram evidenciados. A validade referida ao critério apresenta, também, resultados que validam a escala em teste. A robustez mental pode ser predita pela resiliência e pela perceção de rendimento (autoeficácia), bem como pela idade e pelo género.
Descrição: Mestrado em Psicologia do Desporto
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/5232
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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