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Título: Intensidade variável vs constante durante o ciclismo : efeitos na economia de corrida e tempo até à exaustão em triatletas
Autor: Lourenço, Rodolfo Lino Narciso Marques
Orientador: Alves, Francisco José Bessone Ferreira
Palavras-chave: Consumo máximo de oxigénio
Economia de corrida
Intensidade constante
Intensidade variável
Potência aeróbia máxima
Tempo até à exaustão
Transição ciclismo-corrida
Triatletas
Variáveis cárdio-respiratórias
Velocidade aérobia máxima
Data de Defesa: 2011
Citação: Lourenço, Rodolfo (2011) - Intensidade variável vs constante durante o ciclismo : efeitos na economia de corrida e tempo até à exaustão em triatletas. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: O objectivo deste estudo foi investigar a resposta cardio-respiratória, economia de corrida (EC) e tempo até à exaustão na corrida após um ciclismo constante vs variável. Nove triatletas (idade: 19,8±1 anos; altura: 176,4±6,5 cm; massa corporal: 65,1±6kg; V ̇O2max Corrida= 70,4±3,1 ml x kg-1 x min-1; V ̇O2max Ciclismo= 71,7±5,3 ml x kg-1 x min-1) realizaram um total de cinco testes. Dois testes progressivos máximos em cicloergómetro e tapete rolante para determinação da potência aeróbia máxima (PAM), velocidade aeróbia máxima (VAM); um teste de corrida sem fadiga prévia a 85%VAM; bem como duas combinações de ciclismo-corrida (CC) em laboratório. Nas combinações CC os sujeitos realizaram aleatoriamente 30 minutos de ciclismo, ora constante (C) (70%PAM) ora variável (V) (70%PAM ±15%, ±5%, ±10% a cada 3:30 minutos) seguidos de uma corrida a 85%VAM até à exaustão (Tcorrida) com um tempo de transição fixado em 00:40 mm:ss. Em ambas as condições de ciclismo os últimos dois minutos foram realizados a 100% PAM ou até à exaustão (Tciclismo). Os resultados demonstram que o Tciclismo não foi afectado pela estratégia de ciclismo empregue (C=1:16±0:27 mm:ss vs V=1:29±0:32 mm:ss; p=0,162). O Tcorrida foi significativamente superior após o V vs C (Tcorrida V 10:51±2:24 mm:ss vs Tcorrida C 4:19±1:14 mm:ss; p<0,05). Apesar das diferenças no Tcorrida, não houve um efeito da estratégia de ciclismo empregue na EC (C=214,1±30,9 ml x km-1 x min-1 vs V=222,9±17,0 ml x km-1 x min-1; p=0,448). Conclui-se assim que, a opção por uma estratégia de ciclismo variável, face à opção por uma estratégia constante, melhora a performance de corrida apesar do custo energético da corrida ser semelhante.
Descrição: Mestrado em Treino de Alto Rendimento
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/5220
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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