Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/5019
Título: Análise da capacidade para o trabalho e dos fatores psicossociais em trabalhadores de serviços municipalizados e de controlo de tráfego
Autor: Cardoso, Catarina Lourenço
Orientador: Cotrim, Teresa Margarida Crato Patrone de Abreu
Palavras-chave: Capacidade de trabalho
COPSOQ - Copenhagen Psychosocial Questionnaire
Factores de risco psicossociais
ICT - Índice de Capacidade para o Trabalho
Idade
Data de Defesa: 2012
Citação: Cardoso, Catarina Lourenço (2012) - Análise da capacidade para o trabalho e dos fatores psicossociais em trabalhadores de serviços municipalizados e de controlo de tráfego. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: O objetivo principal deste estudo foi compreender a relação entre a capacidade para o trabalho e a exposição a fatores de risco psicossociais. A amostra foi constituída por 288 trabalhadores, 186 de uma empresa municipal e 102 de uma empresa de controlo de tráfego. Para caracterizar a capacidade para o trabalho utilizou-se o Índice de Capacidade para o Trabalho (Fernandes da Silva et al., 2006), e na caracterização dos fatores de risco psicossociais foi utilizada a versão portuguesa do Copenhagen Psychosocial Questionnaire (Fernandes da Silva et al., 2012). A média da capacidade para o trabalho foi de 41,23 pontos (dp=5,048), o que correspondeu a uma “boa” capacidade para o trabalho, não se tendo verificado diferenças estatisticamente significativas entre as duas empresas. O ICT diminuiu com o avançar da idade, mas esta relação apenas se verificou na empresa municipal, não se tendo verificado no centro de controlo de tráfego. Os resultados do COPSOQ mostraram que para as subescalas em que o valor mais alto corresponde ao pior resultado, as “exigências cognitivas” e a “insegurança laboral” apresentaram valores críticos. Naquelas em que o valor mais baixo corresponde ao pior valor, não se verificaram valores críticos. As subescalas que apresentaram correlação negativa com o ICT foram: os “conflitos trabalho/família”, a “confiança horizontal”, os “conflitos laborais”, os “problemas em dormir”, o “burnout”, o “stress”, os “sintomas depressivos” e os “comportamentos ofensivos”. As subescalas que registaram uma correlação positiva mais forte com o ICT foram: a “possibilidade de desenvolvimento, as “recompensas”, a “comunidade social no trabalho”, a “auto-eficácia”, o “significado do trabalho”, e a “satisfação no trabalho”.
Descrição: Mestrado em Ergonomia
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/5019
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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