Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/4943
Título: Estratégia nacional de segurança e defesa: Israel de 1974 à actualidade
Autor: Cardoso, Gioconda Nádia Carvalho Dias Pires
Orientador: Balão, Sandra Maria Rodrigues
Palavras-chave: Estratégia
Defesa
Segurança
Forças de defesa israelitas
Inteligence
Conflito
Israel
Strategy
Defense
Security
Israeli defence forces
Intelligence
Conflict
Israel
Data de Defesa: 25-Set-2012
Editora: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
Resumo: No âmbito previsto no plano curricular do segundo ano do Mestrado em Estratégia, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, propusemo-nos levar a cabo a presente dissertação intitulada “Estratégia Nacional de Segurança e Defesa: Israel de 1974 à actualidade”. O objecto de estudo em apreço é relevante, actual e acaba por, mesmo sem intenção, antecipar um certo “envolvimento pessoal”. Com o objectivo de evitar análises parcelares da realidade, procuraremos então, apresentar uma visão de conjunto da Estratégia Nacional de Segurança e Defesa em Israel desde 1974 até à actualidade, numa perspectiva que privilegia o espaço territorial ocupado pelo Estado, individualmente considerado e a sua inserção num espaço geopolítico mais amplo - o Médio Oriente. É uma problemática que toca os domínios político, estratégico, geopolítico e militar porque pela sua complexidade não pode, a nosso ver, ser abordado de outra forma que não de modo integrado. Israel é um Estado cuja organização política assenta numa democracia parlamentar, assente no sufrágio universal e na representação proporcional. A Lei de Serviço Militar (LSM) de 1986 prevê o serviço militar obrigatório a partir dos 18 anos, quer para homens quer para mulheres, e é este o contigente que constitui as denominadas Forças de Defesa Israelitas (FDI). Em virtude do sentimento de guerra instalado em Israel, um Exército por si só não constitui uma garantia de segurança e é neste contexto que surge a Mossad que, como serviço de informações que é, surge aqui equacionado como elemento potencialmente facilitador, na medida em que a sua acção pode contribuir para minimizar a insegurança instalada e enraizada, podendo ser, ainda, visto como protagonista da implementação de uma estratégia parcelar de segurança tendencialmente perfeccionista, mas integrada no todo maior que é a Estratégia Nacional. Por isso, confrontada com o perigo da aposta no enriquecimento de urânio por parte do vizinho iraniano, a Mossad “continuará a combater nas sombras, para atrasar o mais possível a tentativa da República Islâmica do Irão tornar-se uma nova potência nuclear”.
Within the framework laid down in the curriculum of the second year of the Master Course in Strategy, at the Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas of the Technical University of Lisbon, we carried out a research on "National Security and Defence Strategy: Israel from 1974 to the present". The subject of this study is relevant, current and eventually, even unintentionally, was responsible for the antecipation of a certain "personal involvement". With the aim of avoiding fragmented analysis of reality, we will then present an overview of the National Security and defence Strategy in Israel from 1974 to the present day in a perspective that favours the territorial space occupied by the State individually considered and their inclusion in broader geopolitical space- the Middle East. This is an issue that affects the political, geopolitical, strategic and military, because its complexity cannot, in our view, be considered in other way but an integrated manner. Israel is a parliamentary democracy based on universal suffrage and proportional representation. The Military Service Law (MSL) of 1986 defined that the military service must be compulsory taken by all men and women since they are 18 years old, and this is the contigent that makes up the so-called Israeli Defence Forces (IDF). Because of the feeling of war installed in Israel, an army alone does not constitute a guarantee of security and it is in this context that the Mossad is considered, such as information service that is, as a potentially element arises here, facilitator in order to contribute to minimize insecurity installed and rooted, still, seen as the protagonist of implementing a piecemeal strategy tend to be a prefectionist, but integrated into the larger whole that is the national strategy1. So, faced with the danger of enriched uranium process happening in Iran, the Mossad "will continue to fight in the shadows to delay as much as possible the attempt by the Islamic Republic of Iran to become a new nuclear power”.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Estratégia
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/4943
Aparece nas colecções:BISCSP – Teses de mestrado

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