Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/4190
Título: Teletrabalho e ordenamento do território: impactos sobre o tráfego e escolhas residenciais : o caso da Área Metropolitana de Lisboa
Autor: Roldão, Ana Margarida Moura
Orientador: Alves, Manuel Brandão
Palavras-chave: teletrabalho
tráfego
movimentos pendulares
política dos transportes
escolha residencial
expansão urbana
Telecommuting
traffic
commuting
transport policy
residential land use
urban sprawl
Data de Defesa: Mai-2003
Editora: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citação: Roldão, Ana Margarida Moura. 2003. "Teletrabalho e ordenamento do território: impactos sobre o tráfego e escolhas residenciais : o caso da Área Metropolitana de Lisboa". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Resumo: O teletrabalho tem sido estudado principalmente enquanto forma organizacional da actividade económica, subestimando-se a influência que tem no território. Esta influência é visível em duas perspectivas: enquanto forma de substituição dos movimentos pendulares diários da população, o teletrabalho pode reduzir o tráfego nas cidades, constituindo um instrumento da política dos transportes; no entanto, com a sua capacidade para tornar o local de residência parcialmente independente do local de trabalho, o teletrabalho pode constituir também um incentivo para as populações se deslocarem para locais mais distantes do centro, na procura de mais espaço habitacional e de melhores condições ambientais. O presente trabalho desenvolve estas duas perspectivas. A primeira é avaliada através da quantificação dos impactos do teletrabalho na redução do tráfego gerado pelos movimentos pendulares diários da população da Área Metropolitana de Lisboa (AML), na redução dos tempos de deslocação e nas despesas médias mensais da população; a segunda perspectiva é analisada através do modelo de escolha residencial no espaço urbano de Masahita Fujita, considerando-se que o teletrabalho conduz a uma redução dos custos de transportes, sendo estes de natureza monetária e de natureza temporal.
Telecommuting has been studied mainly as an organizational form of the economic activity, fact which has undermined the influence that it has on the territory. This influence is visible in two perspectives: being a form of substitution of the daily commuting movements of the population, telecommuting may reduce the traffic in the cities, constituting, therefore, an instrument of transport policy; nevertheless, with its capacity of turning the place of residence partially independent from the place of work, telecommuting may be seen as an incentive for the population to move away from the centre, in order to look for larger residential spaces and better environment conditions. The present work develops these two perspectives. The first one is analysed through the quantification of the impacts of telecommuting in the reduction of the traffic generated by the daily commuting of the population residing in the Metropolitan Area of Lisbon (AML), in the reduction of time spent in commuting and in the monthly average expenses of the population; the second perspective is analysed by taking into consideration the model of residential choice in the urban space of Masahita Fujita, bearing, nevertheless, in mind that telecommuting leads to a reduction of the costs in the transports, being these of monetary and fleeting nature.
Descrição: Mestrado em Economia e Gestão do Território
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/4190
Aparece nas colecções:DE - Dissertações de Mestrado / Master Thesis
BISEG - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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