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Título: Variação da condição física e estados de fadiga ao longo de uma época na modalidade andebol : estudo de caso com uma equipa da Liga Portuguesa de Andebol 2010-2011
Autor: Montes, Flávio Afonso
Orientador: Alves, Francisco José Bessone Ferreira
Palavras-chave: Andebol
Capacidade física
Estados de humor
Fadiga central
Fadiga periférica
Overtraining
Percepção subjectiva do esforço
Sobressolicitação
Sobretreino
Data de Defesa: 2011
Citação: Montes, Flávio (2011) - Variação da condição física e estados de fadiga ao longo de uma época na modalidade andebol : estudo de caso com uma equipa da Liga Portuguesa de Andebol 2010-2011. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
Resumo: O objectivo do estudo foi mensurar através da condição física e dos estados de humor (POMS), possíveis estados de fadiga no andebol. A amostra foi constituída por 14 atletas (masculinos), com idades entre 18 e 35 anos (Equipa Portuguesa). O experimento foi realizado em três momentos da época: (M1 – período de repouso), (M2 – após mesociclo preparatório) e (M3 – período competitivo). Em média a capacidade física da equipa não apresentou diferenças significativas entre os três momentos. No M1, a escala tensão (POMS), apresentou valores estatisticamente superiores que M2 e M3. A escala Fadiga apresentou aumento progressivo dos valores médios entre M1 e M3 e uma certa oscilação, mostrando que alguns atletas apresentaram sinais de fadiga no decorrer da temporada. Durante o mesociclo preparatório a percepção subjectiva do esforço (PSE) apresentou valores médios que variaram entre 2 e 4, mostrando que as intensidades das cargas de treino não foram altas. Levando em consideração o facto de que a diminuição da capacidade de trabalho é o primeiro indicador de fadiga, podemos considerar que 4 atletas ou 28,5% da amostra por terem apresentado queda de desempenho progressivo, são possíveis indicadores de fadiga. No entanto, não houve correlação entre a condição física e o POMS.
The aim of study was to measure, by physical condition and mood states (POMS), possible states of fatigue in handball. The sample consisted of 14 athletes (male), aged between 18 and 35 years (Portuguese Team). The experiment was performed three times in the season: (M1 – rest period), (M2 – mesocycle after preparation) and (M3 – competitive period). On average, the physical capacity of the team showed no significant differences in between the three moments. In M1, the rate of tension (POMS), showed statistically higher values than M2 and M3. The fatigue scale showed a progressive increase of medium values between M1 and M3 and a certain oscillation, showing that some athletes presented fatigue signs throughout the season. During the preparatory mesocycle subjective perception of effort (RPE) showed medium ranging between 2 and 4, showing that the intensity of training loads were not high. Taking into account the fact that the decrease in capacity of work is the first indicator of fatigue, we can consider that four athletes or 28,5% of the sample that have shown progressive declines in performance are possible indicators of fatigue. However, there were correlation between physical fitness and POMS.
Descrição: Mestrado em Treino de Alto Rendimento
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/3845
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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