Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/3338
Título: Museu da cidade. Um crescimento ilimitado. Ampliação e reestruturação dos núcleos dos séculos XX e XXI
Autor: Faria, Ângela dos Santos
Orientador: Pacheco, António Pedro Moreira
Palavras-chave: Contemporâneo
Intemporal
Muro habitado
Jardins-patrimonio
Percursos
Contemporneous
Timeless
Inhabited
Heritage-gardens
Pathways
Data de Defesa: Nov-2010
Editora: Faculdade de Arquitectura de Lisboa
Citação: FARIA, Ângela dos Santos - Museu da cidade. Um crescimento ilimitado. Ampliação e reestruturação dos núcleos dos séculos XX e XXI. Lisboa : FA, 2010. Tese de Mestrado
Resumo: O actual Museu da cidade localiza-se no Campo Grande e está inserido numa quinta constituída pelo seu palácio e jardins (ambos património). O trabalho aborda a problemática do crescimento ilimitado do museu pois enquanto houver cidade, o espólio do museu continuará a crescer. Sendo este museu também história da cidade questiona-se como poderá dar resposta às necessidades de um museu contemporâneo e simultaneamente resolver a problemática do crescimento ilimitado deste. A solução para o crescimento ilimitado do espólio assenta na criação de polinucleações, sendo o Museu da cidade o elemento unificador que conta a história da cidade nas variadas temáticas. A associação de contemporaneidade a intemporalidade será a resolução da problemática do crescimento ilimitado, criando-se espaços "intemporais", de acção presente, que se alternam com os espaços de exposição permanente. Projecta-se a ampliação e reestruturação do Museu da Cidade para albergar / expor o espólio dos séculos XX e XXI. Para isso é necessário repensar o progama e percurso expositivo existente para que as pré-existências e o novo edificado interagem harmoniosamente fazendo parte de um todo. Questiona-se o que implica trabalhar com o património. Parte-se do conceito de muro habitado, levando-o ao limite como elemento de transição, como "contentor" de espaços e como nova linguagem que se relaciona com as pré-existências.
Located at Campo Grande, the City Museum of Lisbon, is inserted in what it used to be a farm and set by the palace and gardens (both heritage). This paper approaches the problem of the unlimited growth of the museum, because while there is a city, the museum's collection will continue to grow. As this museum is also city's history we wonder how it can respond to the needs of a contemporaneus museum and simultaneously solve its problem of unlimited growth. The solution to the unlimited growth of assets is based on the creation of a set of multi-cores, being the City Museum the unifying element that tells the story of the city on various topics. The association of contemporaneous to timelessness is the solution to the problem of unlimited growth by the "timeless" spaces creation, of the present action, that alternate with permanent exhibitions spaces. It is projected to expand and restructure the City Museum to house / expose the assets of the XX and XXI centuries. This requires rethinking the existing program and exhibition route for the pre-existing and new buildings coexist harmoniously as part of an whole. One may wonder what it imply working with the heritage. It starts with the concept of wall , the inhabited wall, pushed to the limit as a transition element, "container" of spaces and new language that relates to the pre-existence.
Descrição: Tese de Mestrado em Arquitectura
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/3338
Aparece nas colecções:DPAUD - Tese de Mestrado / Master Thesis
BFA - Teses de Mestrado / Master Thesis

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