Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/2663
Título: Cristalúria em coelhos
Autor: Lopes, Ana Catarina de Sousa
Orientador: Jesus, Sandra de Oliveira Tavares de Sousa
Palavras-chave: Coelho
Cálcio
Hipercalciúria
Rabbit
Calcium
Hypercalciuria
Data de Defesa: 2010
Editora: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Citação: Lopes, A.C.S. (2010). Cristalúria em coelhos. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Resumo: Os coelhos possuem um metabolismo do cálcio único, pois a maioria do cálcio ingerido na dieta é absorvido a nível intestinal, sendo o excesso excretado pelos rins. Assim, a concentração sanguínea de cálcio nos coelhos é 30 a 50% superior à dos outros mamíferos, e apresenta um maior intervalo de valores de referência. Enquanto a absorção intestinal do cálcio na maioria dos mamíferos envolve o transporte activo dependente da vitamina D, no coelho, essa absorção é realizada através de difusão passiva, sendo relativamente independente desta vitamina. A quantidade de cálcio absorvido aumenta em proporção directa com o aumento deste mineral na dieta. Quando a capacidade de reabsorção do rim atinge o seu limite, o cálcio precipita sob a forma de carbonato de cálcio na urina alcalina do coelho, originando as “lamas”. A susceptibilidade do coelho para alterações no trato urinário inferior é muitas vezes atribuída a um excesso de cálcio ingerido na dieta, pois o excesso de cálcio leva a hipercalcémia, hipercalciúria e à formação de depósitos de cálcio na urina. Apesar do metabolismo do cálcio ser um factor predisponente de elevada importância para esta doença, é necessário ter em consideração que existem outros factores que predispõem a alterações urinárias. Na última parte deste trabalho serão apresentados 4 casos clínicos que se enquadram nesta patologia e que representam a casuística observada durante o período de estágio no Hospital Veterinário da FMV-UTL.
ABSTRACT - Crystalluria in Rabbits - Rabbits have a unique calcium metabolism, since most of the calcium ingested in the diet is absorbed in the intestine, and the excess excreted by the kidneys. Thus, the blood concentration of calcium in rabbits is 30-50% higher than in other mammals, and presents a greater range of values. While the intestinal absorption of calcium in most mammals involves the active transport dependent on vitamin D, in the rabbit, this absorption is accomplished through passive diffusion and is relatively independent of this vitamin. The amount of calcium absorbed increases in direct proportion to the increase of this mineral in the diet. When the absorption capacity of the kidney reaches its limit, the calcium precipitates in the form of calcium carbonate in the alkaline urine of the rabbit, creating the "sludge". The susceptibility of the rabbit to changes in lower urinary tract is often attributed to excessive calcium intake in the diet because excess calcium leads to hypercalcemia, hypercalciuria and formation of calcium deposits in the urine. Despite the calcium metabolism being a predisposing factor of high importance for this disease, one should bear in mind that there are other factors that predispose to urinary disorders. In the last part of this work, there is a detailed presentation of 4 clinical cases of this pathology, which were presented during the training period at the Veterinary Hospital of the FMV-UTL.
Descrição: Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/2663
Aparece nas colecções:BFMV - Teses de Mestrado 2º. Ciclo

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