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Título: Utilização de proantocianidinas na alimentação de ruminantes: efeito na fracção proteica de grãos de leguminosas
Autor: Pereira, Ana Luísa Soares
Orientador: Soares, Arminda da Conceição Coutinho Martins Bruno
Martins, Maria Luísa Louro
Palavras-chave: ruminants
proantocianidins
protein
white lupin
grão de tremoço
proantocianidinas
proteina
taninos condensados
ruminante
Issue Date: 2009
Resumo: The present study was conducted to access the potential of condensed tannins to increase rumen undegraded protein without exerting negative effects on the Intestinal Crude Protein Digestibility (ICPD). Condensed tannins extracted from grape seeds (Vitis vinifera, L.) were applied to complex the protein fraction of Lupinus albus L. seeds. Four tannin/protein ratios were used (0/2.5, 0.5/2.5, 0.75/2.5 and 1/2.5 for T0, T1, T3 and T2 treatments, respectively). Crude protein losses in the rumen were assessed by the in situ nylon bag technique and ICPD was carried out with an in vitro trial. The presence of tannins showed an effective reduction on crude protein degradability (66.8, 63.4 and 54.4 for T1, T2 and T3, respectively). A positive relation (P < 0.05) between the tannin level and their effect on c was observed between T0, T1 and T2. For the a and b parameters there was also a positive relation (P < 0.05) but just between T2 and the other treatments. There is a need, when studying condensed tannins, to consider the lag phase when applying a model describing rumen kinetics. The intestinal protein digestibility seemed to be unaffected (P > 0.05) by the presence of condensed tannins, without being influenced by the incubation period or tannin concentration. RESUMO No presente estudo foi avaliado o potencial efeito das proantocianidinas no aumento da proteína bypass sem interferir com a digestibilidade pós rúmen. Aplicaram-se proantocianidinas extraídas de grainha de uva (Vitis vinifera, L.) à fracção proteica de sementes de Lupinus albus L.. Foram utilizados quatro tratamentos (0 g TC.2,5 g-1proteína, 0,5/2,5, 0,75/2,5 e 1/2,5 para T0, T1, T3 e T2, respectivamente). As perdas de proteína bruta no rúmen foram determinadas pelo método in situ dos sacos de nylon e a digestibilidade intestinal da proteína foi estimada por um método in vitro. A aplicação de proantocianidinas resultou na redução da degradabilidade efectiva da proteína bruta (66,8, 63,4 e 54,4 para T0, T1 e T2, respectivamente). Observou-se uma relação positiva (P < 0,05) entre o nível de tanino aplicado e o efeito na taxa de degradação (c) entre os tratamentos T0 T1 e T2. Para a e b também se observou uma relação positiva (P < 0,05) mas apenas entre o T2 e os restantes tratamentos. Verificou-se a necessidade, na presença de proantocianidinas, da consideração de uma fase lag inicial. A digestibilidade intestinal não foi afectada (P > 0,05) pela presença de proantocianidinas, não se tendo verificado diferenças significativas entre tempo de incubação e tratamentos.
Descrição: Mestrado em Engenharia Zootécnica - Produção Animal - Instituto Superior de Agronomia
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/1651
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