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Título: Saúde e adolescência : hábitos e comportamentos dos adolescentes que frequentam clínica privada no concelho do Barreiro
Autor: Maia, Ana Cristina Sequeira Bento
Orientador: Matos, Maria Margarida Nunes Gaspar de
Palavras-chave: Adolescência
Adolescente
Comportamento
Desenvolvimento
Promoção de saúde
Saúde
Data de Defesa: 18-Nov-2009
Resumo: Sabendo-se que muitos comportamentos nocivos para a saúde são adquiridos na adolescência, colocou-se a questão de saber qual a opinião que os adolescentes têm da sua saúde, assim retratando-se os hábitos e os comportamentos de uma população de indivíduos jovens residentes na margem sul do Tejo, mais precisamente na cidade do Barreiro abrangendo as freguesias: Verderena, Alto do Seixalinho, Quinta da Lomba, Palhais, St. António da Charneca, Cabeço Verde, Baixa da Banheira, Alhos Vedros e Moita, estes jovens frequentam clínica privada no concelho do Barreiro (UMB – Urgência Médica do Barreiro) onde decorreu o estudo. Para a elaboração deste trabalho usou-se um questionário à semelhança do adaptado de um estudo realizado em 2002 pela equipa do Projecto Aventura Social e Saúde, H.B.S.C. – Health Behavior of School Aged-Children. O presente estudo traduz-se pelo desenvolvimento biopsicossocial, dos adolescentes, delimitado pela faixa etária (12 -19) anos, onde se faz uma abordagem da influência que o meio (grupo, família) se repercute nos jovens, uma vez que é durante o processo da adolescência que estes estão mais vulneráveis às influências externas; esse padrão de influência pode traduzir: Sentimentos de frustração e alteração da imagem corporal, transtornos alimentares, consumos de substâncias aditivas, violência, actividade sexual precoce e sem protecção, acidentes e o modo como o modelo parental pode influenciar esses comportamentos. Muitos jovens afastam-se da família, mas muitos há que são o oposto, a ligação aos pais mantém-se poderosa sem desvinculação. Os jovens não constituem um grupo homogéneo, mas sim um grupo de indivíduos com necessidades de saúde consoante a etapa de desenvolvimento em que se encontram. De uma forma geral, pode-se afirmar que os resultados deste estudo permitir-nos-á uma melhor compreensão dessa população e concomitantemente a aplicação de medidas profilácticas, nomeadamente como factores de risco, a ausência de actividade física, consumo de substâncias aditivas como o álcool e outras substâncias, o tabaco, no entanto verifica-se que muitos dos jovens deste estudo apresentam comportamentos promotores de saúde como o uso do preservativo; a nível alimentar e do repouso também se nota alguma coerência, a relação com familiares e amigos relativamente fácil. No âmbito da saúde e reforçando um pouco a ideia de alguns autores o envolvimento com os jovens e o trabalho sistemático ao fim de algum tempo, vem reforçar a ideia que são factores protectores. Daí, a necessidade dos técnicos de saúde, respeitarem os valores, a fase de desenvolvimento, preparando acções de educação para a saúde como estratégias eficazes de promoção/educação em saúde na adolescência, que é o que tem acontecido nesta clínica ao longo dos tempos e que se deve manter esse desenvolvimento positivo.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Ciências da Saúde na especialidade Educação para a Saúde
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/1511
Aparece nas colecções:BFMH - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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