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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.5/1272

Título: A China no Séc. XXI : a evolução do sistema bancário e o futuro das reformas económicas
Autor: Dias, Margarida Maria Pinheiro Godinho
Orientador: Serra, António M. de Almeida
Palavras-chave: China
empresas estatais
bancos estatais
crédito irrecuperável
reformas bancárias
Adesão OMC
China
State-owned enterprises (SOE)
State-owned banks (SOB)
Non-performing Loans (NPL)
Banking reforms
WTO Accession
Issue Date: Mar-2004
Editora: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citação: Dias, Margarida Maria Pinheiro Godinho. 2004. "A China no Séc. XXI : a evolução do sistema bancário e o futuro das reformas económicas". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Resumo: As reformas económicas na China realizadas, depois de 1978, por Deng Xiaoping deram origem a um crescimento impressionante, no maior país do mundo em transição para uma economia de mercado. Embora a China tenha evitado o colapso cambial durante a crise asiática de 1997 (em parte, devido à não convertibilidade total do renminbi), o seu sector bancário é muito frágil, uma vez que os maiores bancos estatais – “The Big Four”- estão descapitalizados e detêm uma enorme percentagem de créditos irrecuperáveis nos seus balanços. Durante o período da reforma, a fragilidade financeira foi aumentando devido à evolução de relações triangulares entre o sistema fiscal, as empresas estatais e os bancos estatais que tinham por hábito conceder créditos de acordo com o Plano de Crédito imposto pelo governo. Para reduzir a crise financeira e tentar construir um sistema bancário sólido, o governo chinês introduziu um conjunto de medidas que incluíam melhoramentos na supervisão financeira e na regulamentação, recapitalização dos bancos estatais e criação de quatro AMCs (Companhias de gestão de activos) para gerir e reduzir o crédito malparado. Mas esta política não teve sucesso, não conseguindo resolver o problema dos NPL existentes ou evitar a criação de novos. Depois da adesão da China à OMC, em Dezembro de 2001, os “Big Four”, sofrerão a concorrência de instituições estrangeiras, às quais será permitido o exercício da sua actividade sem restrições. Enfrentando um novo enquadramento competitivo, os bancos estatais terão que solucionar três problemas principais: mudar a estrutura administrativa dos bancos transformando-os em sociedades anónimas (permitindo empresas não estatais e estrangeiras de participar no seu capital), reduzir o crédito malparado e recrutar pessoal especializado. Mas as reformas ainda vão a meio caminho...
China’s reform, realized after 1978 by Deng Xiaoping, worked and produced one of the most impressive growth in the largest developing and transition economy in the world in the past twenty years. Although China averted a collapse of its currency during the recent East Asian crisis in 1997 (because of the not total convertibility of the renminbi), its banking sector is quite fragile, as the large state-owned banks – “The Big Four”- are undercapitalised and hold a high percentage of non-performing loans (NPLs) on their balance sheets. During the reform period, increasing financial fragility was attributable mainly to the evolving triangular relations among the fiscal system, the state-owned enterprises (SOEs) and the state-owned banks (SOBs). SOBs were accustomed to distributing loans according to credit plan imposed by the government. To reduce financial crises and build a strong banking system, the Chinese government has introduced a set of reform measures including improving financial supervision and regulation, recapitalizing the SOBs and establishing four asset management companies (AMCs) for dealing with the bad loans. But the AMC policy was not successful in resolving existent NPL or in preventing the creation of new NPL. After the China’s WTO accession, in December 2001, the “Big Four” will meet new competitors in the domestic market. Upon accession, foreign financial institutions will permitted to provide services in China without client restrictions. Facing the new competitive environment, SOBs should solve three major problems: they have to change their governance structure transforming them into joint-stock banks and allowing non-state and foreign actors to participate in ownership, reduce non-performing loans, recruit more educated staffs. Reforms are still at half way…
Descrição: Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/1272
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BISEG - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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