Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/10629
Título: Use of the short form glasgow composite measure pain scale in the assessment of canine patients presenting in shock
Autor: Coucelo, José Miguel Carreira Revez Pereira
Orientador: Mugford, Adam
São Braz, Berta Maria Fernandes Ferreira
Palavras-chave: dogs
pain
pain score
CMPS-SF
shock
shock index
cães
dor
pontuação de dor
choque
índice de choque
Data de Defesa: 17-Dez-2015
Editora: Universidade de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Citação: Coucelo, J.M.C.R.P. (2015). Use of the short form glasgow composite measure pain scale in the assessment of canine patients presenting in shock. Dissertação de mestrado. Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterinária, Lisboa.
Resumo: The short form of Glasgow Composite Measure Pain Scale (CMPS-SF), a previously validated decision-making tool is increasingly used in practice for the assessment of pain in dogs. However, few studies have considered the application of a pain scoring system in patients presenting in emergency situations. This study aimed to evaluate if pain scoring with the Glasgow CMPS-SF was effective in identifying pain in patients in shock. A prospective study (November 2014 to January 2015), within a first opinion and specialty intensive care service was developed. A total of 31 client-owned dogs (16 females and 15 males) that presented as primary emergencies or transfers. When admitted to the study, all dogs were examined by a veterinarian or registered veterinary nurse. Patients were classified and grouped as Shock (S) or Not Shock (NS) on basis of their shock index (SI). The shock status was defined a priori if the SI was higher than 1.0. Regardless of group, all patients had their pain assessed with the Glasgow CMPS-SF and by a Board Eligible Internist or a Emergency and Critical Care specialist, blinded to both pain score and SI values. Dogs in shock numbered 18/31 dogs within the not shock group numbered 13/31. Mean age of dogs in the S group was 4.6 years (0.2 – 10) and in the NS group was 8.3 years (1 – 16); a significant difference existed in age between groups (p-value<0.05). Median pain score of the S group was 5 (0 – 17) and on the NS group was 3 (1 – 15). There was no significant difference on pain scores between the groups (p-value>0.05) and between the clinicians’ perception of pain between groups (p-value>0.05). A significant difference was present between pain scores and the clinicians’ opinion on pain (p-value=0.014), including within the shock group (p-value=0.0021). Cohen’s kappa statistic within the shock group was 0.47, which can be interpreted as weak to moderate agreement between the Glasgow CMPS-SF and the clinician opinion on pain. Within the NS group the differences between the pain scores and the clinician’ opinion on pain were not statistically significant (p-value>0.05). These results do not support an acceptable agreement between the Glasgow CMPS-SF and an experienced veterinarians evaluation of pain in patients presenting in shock. Therefore, further investigation into the relevance of the used pain assessment tool in emergency and shock patients is recommended before use in the objective monitoring of this subset of patients.
RESUMO - USO DA FORMA ABREVIADA DA ESCALA COMPOSTA DA DOR DE GLASGOW EM CÃES COM APRESENTAÇÃO DE CHOQUE - O reconhecimento e avaliação de dor em doentes veterinários pode ser desafiante, especialmente nos que se encontram em estado crítico. A já validada forma abreviada da Escala Composta da Dor de Glasgow (CMPS-SF) é, cada vez, mais utilizada em ambiente clínico na avaliação da dor aguda em cães. Contudo, poucos estudos têm considerado a aplicação de um sistema de avaliação de dor em doentes que se apresentam em situação de emergência. Foi desenvolvido um estudo experimental com o propósito de avaliar se a pontuação obtida com a CMPS-SF seria capaz de identificar dor em doentes que se apresentassem em choque. O estudo prospetivo desenvolveu-se numa clínica de primeira opinião e com serviço de cuidados intensivos (entre Novembro de 2014 e Janeiro de 2015). Foram incluídos no estudo 31 cães, admitidos em situação de emergência ou como referências, tendo sido examinados por um médico veterinário ou uma enfermeira veterinária. Os doentes foram classificados como estando em choque (S) ou não (NS) com base no seu índice de choque (IC). O estado de choque foi definido quando IC>1.0. Todos os doentes foram avaliados quanto à dor pela utilização da CMPS-SF e através de um exame físico realizado por um candidato a Internista ou um especialista em Emergências e Cuidados Intensivos, desconhecedores da pontuação obtida com a escala de CMPS-SF e do IC. O nível de significância estabelecido foi de 0.05. O grupo de cães em choque incluiu 18 cães e o grupo de não choque incluiu 13. A idade média dos animais no grupo S foi de 4.6 anos e no grupo NS foi de 8.3. As diferenças de idade observadas entre os grupos foram consideradas estatisticamente significativas (pvalue< 0.05). A pontuação média de dor no grupo S foi 5 e no grupo N.S. foi 3. As diferenças observadas na pontuação de dor entre os dois grupos grupos não foi considerada significativa (p-value>0.05). A perceção da dor pelos médicos veterinários nos dois grupos também não foi considerada significativa (p-value>0.05). Considerou-se significativa a diferença observada entre as pontuações de dor e a perceção de dor dos médicos veterinários (p-value=0.014), incluíndo no grupo S (p-value=0.0021). No grupo S, a concordância entre métodos foi de 0.47, interpretada como fraca a moderada. Face aos resultados obtidos, sugerem-se mais estudos relativos à precisão da utilização de escalas de dor em doentes que se apresentem em emergência e em condições de choque, antes que estas escalas possam ser recomendadas neste tipo de doentes.
Descrição: Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/10629
Aparece nas colecções:BFMV - Teses de Mestrado 2º. Ciclo



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