Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.5/10226
Título: Modelo de gestão municipal da Carris e Metro de Lisboa
Autor: Cunha, Valentino Salgado
Orientador: Mendonça, António
Palavras-chave: Transportes Públicos
Empresas públicas
Administração Local
Lisboa
Carris
Metropolitano de Lisboa
Public Transportation
State-owned Enterprises
Local Administration
Lisbon
Data de Defesa: 2015
Editora: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citação: Cunha, Valentino Salgado (2015). "Modelo de gestão municipal da Carris e Metro de Lisboa". Dissertação de Mestrado, Universidade de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Resumo: A crise económica que tem afectado Portugal levou o actual governo a considerar a concessão dos serviços de autocarros e metro de Lisboa a privados. Na raiz do problema está a elevada dívida que estas duas empresas têm, assim como os seus prejuízos. A concessão a privados permitiria, na perpectiva governamental, diminuir os peso financeiro destas empresas no Orçamento do Estado. A teoria económica, contudo, parece suportar uma gestão e detenção pública dos transportes, especialmente daqueles que operam em ambientes urbanos, como o Metro de Lisboa e a Carris. A questão a ser respondida é clara: quem deveria deter e gerir estas duas empresas? Entre as várias possíveis respostas existem quatro que se destacam: posse pública, posse municipal, concessão a privados ou privatização total. Ao nos debruçarmos na literatura existente, tendemos a reconhecer a detenção pública municipal como a melhor alternativa para gerir e operar estas empresas, e uma nova receita poderá também ser economicamente justificável: taxas de congestionamento para não residentes. O modelo final é simples: o Município detém as transportadoras, que deverão ser fundidas com a EMEL, e serem largamente financiadas pelas taxas de congestionamento.
The economic crisis that has been affecting Portugal led the current Government to consider the concession of bus and subway services of Lisbon to private companies. The root of the problem is the massive debt these two companies have, as well as their negative net profit. Private consession of the service would, in the Government's perpective, diminish the financial burden these companies put on the national budget. Economic theory, however, seems to support the public management and ownership of transport companies, especially those operating in urban environments, as Metro de Lisboa and Carris are. The question to be answered is simple: who should own and manage these two companies? Amongst the several set of options we have four that stand out: State?s ownership, City's ownership, concession to private companies, or full privatisation. As we go deep into the literature available we tend to recognize the city's ownership as the best way to manage and operate these companies, and a new revenue may as well be seen as economically justifiable: congestion charges to non-residents. The final model is simple: the city owns the companies, which shall be merged with EMEL, the municipal parking management company, and be largely financed by the congestion charge.
Descrição: Mestrado em Economia e Políticas Públicas
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/10226
Aparece nas colecções:DE - Dissertações de Mestrado / Master Thesis
BISEG - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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